terça-feira, 28 de março de 2017

Há duzentos anos a vitória da Revolução de 1817 em Natal - Rio Grande do Norte.

Foto: óleo sobre tela de autoria do artista plástico caicoense André Vicente com base na foto do único desenho existente sobre o herói e mártir potiguar. Acervo Memorial da Casa de Cunhaú - Instituto Tavares de Lyra - Macaíba-RN.


Há duzentos anos, no dia 28 de março de 1817, André de Albuquerque Maranhão, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Senhor da Casa de Cunhaú, entrou triunfante na cidade de Natal, com uma tropa formada em sua maioria por índios e familiares e proclamaram a liberdade de sua terra, em conformidade com os ideais da Revolução em Pernambuco. Não sabia André que os que se mostravam seus amigos e partidários, eram na verdade invejosos e tramavam por suas costas a sua queda, durante os 26 dias de seu governo, cujos documentos não resistiram a sanha dos contra revolucionários. 

Traído, ferido e preso na cela mais imunda e mais desprezível da Fortaleza dos Santos Reis Magos, ali expirou martirizado André de Albuquerque Maranhão, que apropriando-se dos ideais iluministas, não teve receio de arriscar toda a sua riqueza, nobreza e poder em nome da liberdade de sua gente que não compreendeu o tamanho do seu gesto libertador. Sua ação e seus ideais continuam atuais e ainda hoje caminhamos para alcança-los. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Padre Miguelinho: ascendentes e memória

Originais do quadro "Miguelinho perante o tribunal" do artista Antônio Parreiras, executado em Paris-França, 1918. O diplomata Pedro Leão Veloso autenticou o projeto do quadro. Acervo Desembargador Luís Tavares de Lyra.
                                              

O historiador Luís da Câmara Cascudo se dedicou a pesquisa histórica e genealógica sobre o Pe. Miguelinho, publicando parte de sua pesquisa em Actas Diurnas e, posteriormente, numa plaquete intitulada A Família do Padre Miguelinho, de 1960. No trabalho Cascudo resgata a descendência dos irmãos de Miguelinho, apontando até ano da edição os colaterais do ilustre herói. No presente artigo apresentarei os ascendentes do padre Miguelinho, cujos ramos remontam a Portugal. Trata-se da minha modesta contribuição a um estudo mais aprofundado sobre a figura do levita potiguar, dentro das comemorações pelos 200 anos da Revolução de 1817, e os 200 anos do martírio do Padre Miguelinho e de André de Albuquerque Maranhão, único sacrificado no Rio Grande do Norte.
    
Miguel Joaquim de Almeida Castro nasceu em 17 de novembro de 1768, na cidade do Natal, Estado do Rio Grande do Norte, Brasil, e faleceu em 12 de junho de 1817, com 48 anos de idade na cidade de Salvador, Estado da Bahia, vítima de fuzilamento, pelo crime de lesa-majestade, por ocasião da Revolução de 1817.

Frei Miguelinho foi morar no Recife com sua irmã Clara Joaquina de Almeida Castro aos dezesseis anos e, em 1784, ingressou na Ordem Carmelita da Reforma, tornando-se o Frei Miguel de São Bonifácio. Conseguiu se tornar padre em 1800, por intermédio do Papa Pio VII, que lhe concedeu a secularização, mas a população em geral continuou a chamá-lo de Frei Miguelinho por algum tempo.

Em 1817, tornou-se mestre de retórica do Seminário de Olinda e no mesmo ano iniciou sua participação na revolução que se esboçava. Sua ação revolucionária se deu toda em Recife, Pernambuco.

Frei Miguelinho, Carmelita, não podia fugir à interferência que o clero brasileiro teve no movimento em prol da liberdade verificado no início do século XIX, no Brasil. Quando, a 6 de março de 1817, no quartel de seu regimento, o capitão Pedro da Silva Pedroso ergueu o brado de independência, estabeleceu-se a luta entre os oficiais pernambucanos e portugueses. Eram os primórdios de uma revolução cujo objetivo era o fim do domínio português.

Foi instituído um Governo Provisório em Pernambuco, de que fizeram parte o padre João Ribeiro Pessoa, o capitão Domingos Teotônio Jorge, o advogado João Luís de Mendonça, o coronel de milícias Manoel Correa de Araújo e o negociante Domingos José Martins. Padre Miguelinho escolhido para secretariar o novo governo, lançou ao povo a seguinte proclamação:

“Pernambucanos, estais tranquilos! A Providência, que dirigiu a obra, a levará ao termo. Vós vereis consolidar-se a vossa fortuna, vós sereis livres do peso de enormes tributos que gravam sobre vós; o vosso e o nosso país subirá ao ponto de grandeza que há muito o espera, e vós colhereis o fruto dos trabalhos e do zelo dos vossos concidadãos. Ajudai-os com os vossos conselhos: eles serão ouvidos; com os vossos braços; a Pátria espera por eles; com a vossa aplicação à agricultura: uma nação rica é uma nação poderosa”.

A revolução a que aderiram as Capitanias da Paraíba e do Rio Grande do Norte e do Ceará, não encontrou, ao começar, obstáculos. Daí o seu fracasso pela demasiada confiança que inspirou aos seus autores. Quando chegou a hora da reação, não foi possível aos revolucionários resistirem às forças enviadas do Rio de Janeiro.  Por mar, a esquadra de Rodrigues Lobo bloqueava o Recife, e as tropas de Cogominho de Lacerda invadiram o sertão. O governo provisório caiu em 20 de maio.

Miguelinho foi preso no dia 21 de maio de 1817 e levado à Fortaleza das Cinco Pontas, junto com outros 72 revolucionários, que depois também seguiram para Salvador, onde desembarcaram em 10 de junho, sendo levado à presença da comissão militar julgadora. Foi condenado pelo crime de lesa-majestade e fuzilado no dia 12 de junho de 1817, sendo enterrado no Cemitério do Campo da Pólvora, em Salvador, Bahia. Com Miguelinho foram mortos Domingos José Martins e João Luís de Mendonça.

A bravura de Miguel Joaquim de Almeida Castro, a firmeza de espírito, a calma com que enfrentou o sacrifício, ao caminhar para o Campo da Pólvora, de pés nus, vestindo a longa alva, ainda hoje faz o orgulho dos pernambucanos e dos potiguares.

Miguelinho

Herói, neste recanto abençoado,
Nesta nesga de Pátria soberana,
A tua história límpida espadana
O brilho do dever, sacramentado,

E dessa história penso que dimana
Sobre a alma do povo denodado
O evangelho rutilo e sagrado
Que lhe ensinaste em tua vida insana.

Quiseste propagar uma utopia,
Mudar num sonho de ouro a tirania,
E esta, deu-te a morte por sentença.

Porém, do teu divino pensamento
Medrou, cresceu o candido rebento
No antigo desta pátria imensa.

Luiz Fernandes, em A Tribuna.

Partitura do Hino a Miguelinho.




Registro de batismo de Pe. Miguelinho:
   
Miguel filho legitimo do Capitam Manoel Pinto de Castro natural de Sam Veríssimo de Valbon Bispado do Porto e de Francisca Antonia Teixeira natural desta cidade neto paterno de Francisco Pinto de Castro e de Izabel Pinto de Almeida naturais de Sam Veríssimo de Valbon Bispado do Porto, e pelo materno do Capitam Francisco Pinheiro Teixeira e de Bonifácia Antonia de Mello, naturais desta Freguesia nasceu aos dezessete de Novembro deste presente ano de mil setecentos e sessenta e oito; e foi batizado com os Santos Óleos nesta Matriz de Licença minha pelo Reverendo coadjutor Bonifacio da Rocha Vieira aos três de Dezembro do dito ano. Foram seus Padrinhos Francisco Pinheiro Teixeira por procuração do Capitam Mor Manoel Dias Palheiros, Dona Angélica Maria e Maria Teixeira do que mandei, por impedimento meu lançar este assento em que por verdade me assignei.  Pantaleão da Costa Araújo, Vigário do Rio Grande.
         
  2. Pais de Padre Miguelinho:
   
Manoel Pinto de Castro, natural de Portugal, nascido em 1728, batizado em 15 de fevereiro de 1728 e falecido aos 06 de outubro de 1799, com 71 anos de idade, e Francisca Antônia Teixeira, natural de Natal – RN, Brasil, nascida por volta de 1749, casados em 20 de janeiro de 1764.

O termo de batizado de Manoel:

Aos quinze de feverº de mil sete centos e vinte e oito nesta Igreja de Valbon o Pe. Cura Joze Rodrigues baptisou a MANOEL, filho de Francisco Pinto e de Izabel Pinto de Almeida do lugar da aldeia desta fregª. forao PP Joze Soltrº, e Roza soltrª e por verd.e fiz o dito asento. O Abde Francisco Ferreira da Silva. (Livro de Batizados de 1715-1759, de São Veríssimo de Valbon, Portugal, p. 53v)
                                                           
O termo de casamento de Manoel e Isabel:

Aos vinte e quatro de Janeyro, de mil setecentos, e secenta e quatro nesta Matrix de Nossa Senhora da Aprezentação da cidade do Rio Grande do Norte dispensados os Nubentes nos banhos pelo Muito Reverendo Senhor Doutor Visitador Manoel Garcia Velho do Amaral para decorrerem depois como constante do despacho que fica em meo poder com os mais documentos, que tudo fica em meo poder para os ajuntar aos mais depois decorridos os banhos de seus domicílios, não se descobrindo empedimento algum atté a hora do seu recebimento em prezença do muito Reverendo Senhor Doutor Visitador Manoel Garcia Velho do Amaral, e sendo prezentes por testemunhas, que abaxo assignaram o Capitão Mor desta Capitania Joachim Felis de Lima, homem cazado, e o Doutor Provedor da Fazenda Real desta Capitania Manoel Teyxeira de Morais homem cazado, pessoas de mim reconhecidas, freguezes e moradores desta freguezia, se cazaram em face da Igreja Manoel Pinto de Crasto natural da freguezia de Sam Virissimo de Valbom Bispado do Porto, filho legitimo de Francisco Pinto de Crasto, e de Izabel Pinto de Almeida, e Francisca Antônia Teyxeira, natural desta freguezia de Nossa Senhora da Aprezentação, filha legitima do Tenente Francisco Pinheiro Teyxeira, e de Bonifacia Antonia de Mello, fregueses e moradores desta dita freguezia, e lhes deo as Santas bensaons conforme os ritos, e serimoniais da Igreja, de que logo fis este assento, em que por verdade me assiney. Miguel Pinhrº Teyxrª. Provigario do Rio Grde. Joaquim Felis de Lima. Manoel Teyxrª de Morais.
                                                           
3- Avós paternos de Padre Miguelinho:

Francisco Pinto de Castro, natural de Portugal, nascido em 29 de julho de 1695, e Isabel Pinto de Almeida, natural de Portugal, nascida aos 21 de novembro de 1695, casados aos 26 de novembro de 1718 em Portugal, pais de Manoel Pinto de Castro.

Assento de batismo de Francisco Pinto de Castro:
      
Francisco, filho de M.el Pinto, e de sua mulher Elena de Crasto, moradores na Aldea da Rothea desta freiguezia de São Veríssimo de Valbom nasceo aos vinte e nove dias do mes de Julho de mil e seis centos noventa e sinco annos foi bapisado nesta Parochial Igreja de seus Pais aos trinta dias do dito mês e anno por mim o Pe Hieronymo Luis Sol Abbde desta dita igreja. forao padrinhos Manoel Pinto e sua molher Maria Thomé moradores em Pinhrº de quem desta freigª, e por verdade fis este Assento, q com as testª abaixo assinei. O Pe. Hieronymo Luis Sol. Roq. Da Maya                                                          Manoel Vicita. (Livro de Batizados de São Veríssimo de Valbon de 1660-1698, p. 92v).

Assento de batismo de Izabel Pinto de Almeida:

Izabel, filha de Manoel Pinto de Almeida, e de sua mulher Izabel Luis, moradores em Pinheiro da Lem desta freigª de Sao Veríssimo de Valbom nasceo aos vinte e hum dias do mes de Novembro de mil e seis centos noventa e sinco annos foi baptisada na Igreja Parochial dos seus pais aos vinte e três dias do dito mês de Novembro por mim o Pe Hieronymo Luis Sol Abbde desta igreja. forao padrinhos João Thomé de Pinhrº  de quem é desta freigª e sua filha Izabel solteira, que por verdade fiz este Assento, q com as testª abaixo assinei. O Pe. Hieronymo Luis Sol. Jzé Seb.ªm                                                                Luis Álvaro. (Livro de Batizados de 1660–1698 da Paróquia de São Veríssimo de Valbon, p. 94).

Registro do casamento de Francisco e Izabel:

Aos seis dias de Novembro de mil sete centos e dezoito annos nesta Igreja de Valbom se receberao por palavras de prezente na Forma do Sagr. Concil. Trid. e fonte deste Bispado Francisco Pinto de Crasto filho legitimo de Manoel Pinto e de sua molher Elena de Crasto da Aldea da Rotea com Izabel Pinto de Almeida filha Legitima de Manuel Pinto de Almeida e de sua mulher Izabel Luis da Aldea do Pinheiro todos desta mesma Freguesia, e sendo - lhes publicados os banhos em tres dias festivos lhes não santo impedmtº  e de como se receberao. forao Testªs Manoel Pereira do lugar  da Rotea, Francisco Fernandes da Aldea Nova, e Joam de Souza de Resomondes, e por verd.e  fiz este asento que asinei dia mez e era ut sp. Abbde Francisco Ferreira da Silva. (Livro de Matrimônios de São Veríssimo de Valbon de 1661-1700, pp. 228 e 228v).                                       


4- Avós maternos de Padre Miguelinho:

Francisco Pinheiro Teixeira, 2º do nome, natural de Natal – RN, nascido por volta de 1730 e falecido em 31 de agosto de 1773 com 43 anos de idade, e Bonifácia Antônia de Melo, natural de Natal – RN, nascida por volta de 1727 e falecida em 04 de fevereiro de 1807 com 80 anos de idade, casados em 12 de maio de 1748, pais de Francisca Antônia Teixeira.


Aos doze de Mayo de mil e Sete centos e quarenta e outo annos pela meya noite, pouco mais ou menos por com missão do Reverendo Padre Mestre Frey Juvenal de Santo Albano Capuchinho Missionário Apostólico, que se achava actualmente de Missão nesta cidade dispensados os Nubentes em todas as denuncias pelo ditto Reverendo Missionário, que afirmado podia com jus fazer tudo, quanto Srª Excelencia Reverendíssima podia, crendo em missão actual, precedendo exacta diligencia pelo Muito Reverendo Padre, que em forma de Testemunhas fidedignas, alem das obrigações de Parocho acerca de não aver impedimento, e sem se descobrir algum, em minha caza, onde se achava assistente o ditto Reverendo Missionário, em prezença do ditto estando prezente o meu Reverendo Coadjutor que de seo consentimento fazendo as vezes de Parocho em minha auzencia, e sendo prezentes por Testemunhas O Doutor Ignácio de Souza Rocha Branco Provedor da Fazenda Real desta Capitania, co Capitão de Infantaria Luis Bernardes de Moraes, morador em Pernambuco, pro turno destacado neste prezidio, e o Padre Manoel Francisco Machado Hinorita (?), morador nesta cidade, se cazarão Solemne mente por palavras Francisco Teixeira, digo Francisco Pinheiro Teixeira Clérigo Tonsurado filho Legitimo de Francisco Pinheiro Teixeira e de sua mulher Maria da Conceição de Barros, com Bonifácia Antônia, filha de Estevão Velho de Mello, e de sua mulher Joanna Ferreira de Mello, já defuntos, naturaes e moradores, ambos os contrahentes desta ditta Cidade; e logo lhes deo as bençoens conforme aos Rittos e Serimonias da Santa Madre Igreja; de que mandei fazer este assento, em que por verdade me assigney. Manuel Correa Gomes Vigário. Ignçº de Souza Rocha Branco. Luis Bernardes de Moraes.(


5- Bisavós (2º Avós) paternos de Padre Miguelinho:

5.1- Manoel Pinto, batizado em 12 de março de 1656, e Helena de Castro, batizada aos 06 de janeiro de 1658, casados em 29 de maio de 1677, pais de Francisco Pinto de Castro.

Registro de batismo de Manoel

Certifico Eu João Alz Vrª Abbde desta Igrª de São Veríssimo de Balbo que aos doze dias do mes de março de 1656 Bautisei a M.el, fº de João Pinto e de sua m.er Maria Glz, de Pnrº de quem foram padrinhos Pascoal de Sonora Sidadão da Cidade do Porto, e Mª fª de Dºs Pinheiro, e sua m.er Frcª Pinta moradores na Rothea, todos desta frgª excepto o padrinho e por verdade fis este asento era ut supra. João Alz Vrª. (Livro de Batizados de São Veríssimo de Valbon de 1588-1660, p. 88v).

Registro de batismo de Helena

Aos seis dias do mes de Janeiro do ano de seiscentos e sincoenta e oito annos foy Batizada Illena fª de Antº Miguel e sua mulher Maria João, mºres em Quintam. Forão padrinhos Manoel, fº de Pantaleão Álvares e Mª, fª de Pº João de Villa Nova, todos desta frgrª e Eu o Pe. Hirmº Lopes Coadjutor desta igrª fis aqui este asento. Hieronymo Lopes. (Livro de Batizados da Freguesia de São Cosme de 1632-1658, p. 162v).

Aos 29 de maio de 1677 Recebi na forma do Sagrado Conc. Trid. e Const. do Bispdº em face da Igrª a M.el Pinto fº de João Pinto e de sua m.er Maria Thomé da fregª de Valbon com Elena de Crasto, fª de Antº Miguel já defunto e de sua m.er Mª João da aldeã da quinta desta frgª de S. Cosme. Forao tªs o Pe. M.el de Crasto e o Pe. Jmº Lopes, e o Pe. Frcº Montrº e mtª gte da frgª e por verdade fis este assento. Arão.( Livro de Matrimônios de 1655-1684, da Freguesia de São Cosme, p. 45).

5.2- Manoel Pinto de Almeida, batizado em 08 de março de 1654, e a 2ª esposa Isabel Luiz, batizada em 04 de junho de 1662, casados em 30 de outubro de 1688, pais de Isabel Pinto de Almeida.

Certifico Dºs Alz. Vrª pároco d.tª igrª de S. Veríssimo de Valbon q aos 8 dias do mes de Mço deste presente Anno de 1654 o P.e João Olivrª residente no asento desta dita igrª bautisou a M.el, fº de João de Almdª e de sua m.er Maria Pinta de pinhrº desta fregª. E foram padrinhos Anna Correa Nogrª de valbon todos desta fregª. E padrinho Simão Pinto da fregª de Salvador de Fanzeres, e por verdade fis este asento dia ut supra. Dºs Alz. Vrª. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 83v).

Bautizei a Izabel fª de Sebªm Luís, e de sua m.er Joana Glz, e forao padrinhos Thomé Mis e sua m.er Mª Luis, todos de Pinhrº da quem desta fregª de São Verissº de Valbom em 4 de junho de 662. Dºs Almydª. (Livro de Batizados de 1660-1698, de São Veríssimo de Valbon, p. 5).

Aos trinta dias do mes de Outubro de mil, seis, c.tºs e outenta e houto annos, Eu, o Pr.e Hier.mº Luis Visitºr desta Igrª de São Verismº de Valbom, assisti ao sacramtº do Matrimonio q na forma do Sag. Concº  Tridnº e Constituição do Bispado entre si receberao Manoel Pinto Viuvo de Luzia Miz e fº de Joam de Almdª  e  de sua m.er Maria Pinta ja defuntos com Izabel Luiz fª de Sebªm Luiz Venno, e de sua m.er Joanna Gonçalves ja defunta  todos da Aldea de Pinheiro desta dtª freigª: foram testªs Gaspar Soares da Motta morador em fonte Pedrinha, João Ptº, Manoel  Glz, Mª P.tª m.er de Joao Luis todos da Aldea de São Roque, e Mel Tome e seu fº João da Aldea de Quintella, frgª de S. Cosme, e por verd.e fis este assnto e assignei. O P.e Hieronymo Luis Sol. (Livro de Matrimônios de 1660-1700, da Freguesia de São Veríssimo de Valbon, p. 122).
                                                           
6- Bisavós (2º avós) maternos de Padre Miguelinho:

6.1- Francisco Pinheiro Teixeira, 1º do nome, natural de Portugal, batizado em 08 de agosto de 1678, e Maria da Conceição de Barros, batizada em 08 de dezembro de 1694 e falecida a 09 de novembro de 1776 com 82 anos, pais de Francisco Pinheiro Teixeira, 2º do Nome.

Francº, fº de G.lº Pinheiro, e sua m.er Mª Teixrª foi baptisado pelo P.e M.el Delgado aos 8 de Agosto de 1678. F.P. Francº F.es e Úrsula Mª, fºs de Francº F.ez fornersinho. (Livro de Batizados de1667 – 1709, de Penafiel, p. 35v).

Aos 8 de Dezembro de 1694 bautizou o Pe João de Mattos da Compª de Jesus em a sua Igreja de S. Miguel a Mª fª do Cap.ªm M.el Ruiz Coelho, e de sua m.er Izabel de Barros; forão PP o Sarg.tº Mor M.el de Abreu, e Mª das Neves, de q fiz este assento em que me assigney. Bazilio de Abreu e Andrada.(

6.2- Estevão Velho de Melo, natural do Estado de Pernambuco, e Joana Ferreira de Melo, falecida em 20 de dezembro de 1731, pais de Bonifácia Antônia de Melo.


7- Trisavós (3º avós) paternos de Padre Miguelinho:

7.1- João Pinto, batizado em 29 de junho de 1630, e Maria Thomé, batizada aos 27 de dezembro de 1633, casados em 25 de maio de 1653, pais de Manoel Pinto.

Certifico Eu Dºs Alz. Vrª Abbde desta Igrª de S.Verississimo de Valbom, q aos vinte e nove dias de junho de 630 baptizei a João, fº de Dºs Pinheiro e de sua m.er Frcª Pinta mºrs na Roteia e forao padrinhos Frcº de Sebastião Mis de Pinheiro, e madrinha Mª fª de Nicolau João todos desta frgª ett oje ut supra. Dºs Alz Vrª. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 53).

Certifico Eu Dºs Alz. Vrª Abbde desta Igrª de S.Verissº de Valbom, q aos vinte e sete dias do mes de dezembro de mil seis centos e trinta e tres baptizei a Maria, fª de Thomé Antº e de sua m.er Sesilia Frcª de Pinhrº da quem, e forao padrinhos Dºs fº de M.el Glz e Mª fª de Antº Frs do mesmo lugar. E por ser verdade fis este asento oje ut supra. Dºs Alz Vrª. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 86).

Certifico Eu Dºs Alz. Vrª parocho desta Igrª de S.Verismº Valbó aos 25 dias de Maio de 1653; Recebi, digo q. na forma do sagrado concilio trid. e constituiçois deste Bispado Recebi em face da Igrª a João Pinto, fº de Dºs Pinhrº e de sua m.er Frcª Pinta; com Mª Thome fª de Thomé Antº e de sua m.er Sesilia Frcª todos desta frgª có tªs presentes Aleixo Lopes, Luiz M.el Pinto, Matheus Pinto e a maior parte dos frges e por ser verdade fis este asento oje ut supra. Dºs Alz Vrª. (Livro de Matrimônios de 1589-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 169).

7.2- Antônio Miguel, batizado aos 16 de janeiro de 1628, e Maria João, batizada em 17 de março de 1630, casados em 07 de maio de 1651, pais de Helena de Castro.
                   
Certifico Eu Dºs Alz. Vrª Abbde desta Igrª de S.Verissº de Valbom, q aos desasseis dias do mes de janeiro de seis centos e vinte e outo annos baptizei a Antonio, filho de Paulo Migel e de sua molher Juliana Frcª de Roçamode, e forao padrinhos Calistro Dominges morador na cidade do Porto junto aos paços do Conde de Penaguião, e madrinha Domingas Migel molher de Pº M.el de Samdomil da frgª de Sam Cosme, e por verdade fis este assento ora ut supra. Dºs Alz Vrª. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 49).

Aos 17 de mço de 630 bautisei a Mª fª de Matias e de sua m.er Andresa mºres  em quinta. Forao padrinhos João soltrº fº q ficou de Aleixo Dias mºr em Fanteres  e Mª fª de Lçº João mºr em quinta desta fregª. Roque Montrº. (Livro de Batizados de 1591-1631, da Freguesia de São Cosme, p. 103v).
                           
Certifico Eu M.el Morª coadjutor desta Igrª de S. Cosme que aos 7 dias do mes de Maio de 651 Recebi na forma do sagrado concilio Trid. a Antº Miguel fº de Paullos Miguel e de sua m.er Juliana Frcª mºres na fregª de Valbom, e a Mª Joam fª de Mathias Brás ausente e de sua m.er Andreza Joam mºres na aldea de quinta desta fregª de S. Cosme, forão tªs Izidoro João e Dºs Miz e Salvador Alz todos desta fregª de S. Cosme. E por verdade fis este asento, que asinei em o dia, mes e anno asima. Manoel Morª. (Livro de Matrimônios de 1630-1655, da Freguesia de São Cosme, p. 116v).

7.3- João de Almeida, natural da Freguesia de Santo Estevão de Vilela, Conselho de Penafiel, Porto, falecido aos 05 de julho de 1686, e Maria Pinto, natural da Freguesia de São Salvador de Fanzeres, falecida aos 29 de junho de 1688, pais de Manoel Pinto de Almeida.

7.4- Sebastião Luiz, natural da Freguesia de São Pedro da Cova, batizado aos 3 de novembro de 1629, e Joana Gonçalves, natural da Freguesia de São Veríssimo de Valbom, batizada aos 04 de junho de 1624, casados aos 02 de maio de 1655 na Freguesia de São Veríssimo de Valbom, pais de Isabel Luiz.


Aos 3 de Novembro de 629 bautizei Eu Frcº Glz Ribrº Abbade de Sao Pº da Cova a Sebastião, fº de João Pedro e de sua mulher Antonia Frs moradores nesta frª em aldea de Belos, forao compradres Gaspar Mis, de Verdosa da mesma frª com Frcª Domingues fª de Thome Loiz e Antª Frs de Serereirinha da frª de Sao João de Souza, e por verdade asinei aqui era ut supra. Frcº Glz Ribrº. (Livro de Batizados de 1588-1687, de São Pedro da Cova, p.28).


Certifico Eu Dºs Alz Vrª Abde desta Igrª de S. Verissimo de Valbom q eu Bautizei a Joana fª de M.el Gls de Pinhrº e de sua m.er Barbara Gls, e foram Padrinhos Dºs Gls da Colmieira e sua sogra Catherina Frs todos desta Fregª, e por verdade fis este asento oje vinte e quatro dias de junho de mil seis centos e vinte e quatro annos. Dºs Alz Vrª (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbom, p.47v).


Certifico Eu Pe. Joao Alz Vrª Abade desta Igrª de Sao Verissimo de Valbom q aos 2 dias do mes de mayo de 1655 Recebi em face da Igrª a Sebastião Luís, fº de Joao Pº e de Antª Frs, da Fregª de Sao Pedro da Cova, com Joana GLZ fª de M.el Glz já deftº e de Barbara Glz moradores em Pinheiro daqui desta Igrª de Valbom; forao tªs Thome Pinhrº e André da mesma aldea de Pinheiro, e todos os mais frgzes da mesma frgª e por assim por ser na verdade fis este asento oje ut supra. João Alz Vrª. (Livro de Matrimônios de 1589-1660 de São Veríssimo de Valbom, p.170).

8- Trisavós (3º avós) maternos de Padre Miguelinho:

8.1- Gonçalo Pinheiro, batizado em 22 de outubro de 1645, e Maria Teixeira, naturais de Portugal, falecida a 27 de dezembro de 1728, casados em 03 de novembro de 1673, pais de Francisco Pinheiro Teixeira, 1º do nome.

Baptizei Gonçallo, fº de Miguel Frcº e de sua m.er Elenna Frª de Carvalhosa aos vinte e dous dias do mez de Outubro de seis centos e quarenta e sinquo. Forao padrinhos G.lº fº de Lourenço Glz de Sangudaes e Isabel soltrª de Carvalhosa todos desta fregª e me asinei Jmº Nunes Velho. (Livro de Batizados de 1641-1703, de Carvalhosa, p. 6).

G.lº Pinhrº, tanoeiro, da Carvalhosa, e Mª Teixerª, fª de Fcº F.es fornersinho, se receberão por marido e m.er na forma da Igrª aos três dias de Nouvº de 673. Testªs João F.es sapatrº, e Mel. Ferrª carpiteiro, e outros. Rdº  Manoel José Santiago. (Livro de Matrimônios de 1669-1709, de Penafiel, p. 252).

8.2- Manoel Rodrigues Coelho e Isabel de Barros, pais de Maria da Conceição de Barros.

8.3- Amaro Gonçalves Maciel e Cataria de Sena, pais de Estevão Velho de Melo.

9- Tetravós (4º avós) paternos de Padre Miguelinho:
 
9.1- Domingos Pinheiro, batizado em 27 de junho de 1602, e Francisca Pinto, casados aos 12 de maio de 1625, pais de João Pinto.

Aos vinte e sete dias de junho do ano de seis centos e dous eu Dominguos Vrª Pecores (?) Abbade desta Igrª de S.Verissimo de Valbo baptizei Dominguos fº de Gçº Pinheiro e de sua molher Frcª Luis de Valbo. Foi padrinho Andre fº de Miguel Glz de São Miguel da frgª de S. Cosmo, madrinha Caterina fª de Antº Frs de Valbo por verdade fiz este asento dia ut supra. Dominguos Vrª Pecores. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 19).                        

Certifico Eu Dºs Alz. Vrª Abde desta Igrª de S.Verismº de Valbom q aos 12 dias do mes de Maio deste psente anno de 1625 Recebi em face da Igrª e na forma da Constituição do Bispado a Domingos Pinheiro fº que foi de G.lº Pinheiro já defunto e de sua m.er Frcª Luis de Valbom, com Frcª Ptª fª de Xtº Pinto e de sua m.er Mª Antª já defunta de Roçamode todos desta fregª testemunhas q a todo estiverao pzentes Dºs Glz olheiro, Aleixo Lopes, Paulo Correia e o Pe. Marcos Caldrª e outras mtªs pessoas todos desta frgª e era ut supra. Domingos Alz Vrª. (Livro de Matrimônios de 1589-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 52).

9.2- Tomé Antônio, batizado em 22 de dezembro de 1604, e Cecília Francisca, casados em 24 de junho de 1629, pais de Maria Tomé.                                                     

E vinte e dous dias de Dezembro do anno de mil e seis centos e quatro anos Eu Dominguos Vieira Abbade desta Igrª de S. Veríssimo de Valbom baptizei Thome fº de Pantalião Glz e de sua molher Mª Antª m.es em Colmieyra, foi padrinho Jorge Pis de Colmieyra, e madrinha Mª filha de Xtovão Ptº de Rozamonde, e por verdade fiz este asento ut supra. Dominguos Vrª. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 40).                  

Certifico Eu Dºs Alz. Vrª Abde desta Igrª de S.Verismº de Valbó q aos vinte e quatro dias do mez de junho de seiscentos vinte e nove annos que na forma do sagrado concilio trid. e const. do Bispado Recebi em face da Igrª a Thome Antº filho de Pantaleão Glz e de sua molher Mª Antª de Colmieira, com Sesilia Frcª filha de Frcº João já defunto e de sua molher Sesilia João Vª de Pinheiro da quem todos desta frgª. testemunhas prezentes Dºs Vrª Abde que foi desta Igrª, o Pe. Marcos Caldrª capelão de Dona Guiomar da Frcª e Paulo Correia da Frcª e todos os frges era ut supra. Domingos Alz Vrª. (Livro de Matrimônios de 1589-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 155).

9.3- Paulo Miguel, batizado em 06 de julho de 1593, e Juliana Francisca, casados em 16 de janeiro de 1622, pais de Antônio Miguel.

Certifico eu Pero Jorge Cura de São Veríssimo de Valbom que oje baptizei a Paullo, filho de Migel Glz e de sua molher Frª Glz. Forao padrinhos João Esteves filho de Bento Glz e madrinha Frcª Luis . E por pasar na verdade asiney aqui oje seis dias de julho de 1593. Pero Jorge. (Livro de Batizados de 1588-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 10v).

Certifico Eu Domingos Alves Vieira Abde de S.Verismº de Valbom q aos dezaceis dias do mez de janeiro do anno de seiscentos vinte e Recebi em face da Igrª na forma das Constituições deste Bispado a Paulo Migel filho que foi de Miguel Glz já defuncto e de sua m.er Frcª Glz moradores em Rozamonde desta frgª, com Juliana Glz filha q ficou de Amador Glz já defuncto e de sua m.er Joana Frcª  moradores que foram em S. Joam de Sernande do Cº de Vinzao archibispado de Braga utt dacta e era ut spª. Domingos Alvrez Vieira. (Livro de Matrimônios de 1589-1660, de São Veríssimo de Valbon, p. 73).

9.4- Matias Braz, batizado em 28 de fevereiro de 1605, e Andresa João, casados em 15 de julho de 1629, pais de Maria João.

Em o derradeiro dia de fevereiro de seis centos e quatro q fui a vinte e oito eu Manoel Rabello Cura em São Romão daguiar de Sousa baptisei a Mathias fº de Mª solteira, e de Bastião solteiro forão padrinhos Gçº fº de Domingos Jmº, e Mª Brás molher de Andre Gªr de Sanande, e por verdade fis, e asinei oje o derradeiro de fevereiro de 605 annos. Manoel Rebello. (Livro de Batizados de 1586-1677, da Freguesia de Aguiar de Souza de Paredes, p. 22).

Aos 15 de julho de 629 Recebi Eu Roque Montrº Reitor desta Igrª de São Cosme a Mathias Bras fº de Bastião Brás e de sua m.er Mª Frs da frgª de Aguiar de Sousa co Andresa, fª que ficou de Brás João e de sua m.er Lianor Miz moradora na quinta desta frgª de São Cosme. Forao tªs Andre Migel de São Migel, Lucas Glz de Ramal de S. João Pis de Villar, todos desta frgª e por verdade fis este termo q assignei em dia mez e anno dito. Roque Montrº. (Livro de Matrimônios de 1592-1630, da Freguesia de São Cosme, p. 147v).

9.5- João Pedro e Antônia Fernandes, naturais da Freguesia de São Pedro da Cova, pais de Sebastião Luiz.

9.6- Manoel Gonçalves e Bárbara Gonçalves, naturais da Freguesia de São Veríssimo de Valbom, pais de Joana Gonçalves.

10- Tetravós (4º avós) maternos de Padre Miguelinho:

10.1- Miguel Francisco e Helena Ferreira, naturais de Carvalhosa, Conselho de Paços de Ferreira, Distrito do Porto, Portugal, casados aos 01 de novembro de 1640, Pais de Gonçalo Pinheiro.

Ao primerº de Novembro de seiscentos e quarenta annos se recebeo em minha presença Miguel Frcº fº de Glº Frcº, e de sua m.er da Carvalhosa com Elena Ferrª fª de Glº Ferrª e de sua mulher de Peas nesta Igreja da Carvalhosa estando presentes Gpar Dias Day, Glo Bras, e por verdade o assino Costa. (Livro de Matrimônios de 1620-1647, da Freguesia de Carvalhosa, p. 26).

 Observação: Miguel Francisco teve um irmão por nome Domingos Pinheiro, que casou aos 17 de junho de 1646 com Senhorinha Pedro, filha de Gonçalo Manoel e de Maria Pedro, e foi justamente desse tio paterno legítimo de nome Domingos Pinheiro que Gonçalo Pinheiro (esposo de Maria Teixeira e Filho de Miguel Francisco) herdou o sobrenome Pinheiro.  

10.2- Francisco Fernandes, Forneirsinho, nascido por volta de 1601 e falecido aos 06 de dezembro de 1691 com 90 anos de idade, e Beatriz Teixeira, naturais de Portugal, nascida por volta de 1619 e falecida aos 17 de dezembro de 1688, com 69 anos de idade na Freguesia de São Martinho de Arrifana de Souza, Conselho de Penafiel, Bispado do Porto, Portugal, pais de Maria Teixeira.

11- Pentavós (5º avós) paternos de Padre Miguelinho:

11.1- Gonçalo Pinheiro e Francisca Luiz, pais de Domingos Pinheiro.

11.2- Cristovão Pinto e Maria Antônia, pais de Francisca Pinto.

11.3- Pantaleão Gonçalves e Maria Antônia, pais de Tomé Antônio.

11.4- Francisco João e Cecília João, pais de Cecília Francisca.

11.5- Miguel Gonçalves e Francisca Gonçalves, pais de Paulo Miguel.

11.6- Amador Gonçalves e Joana Francisca, pais de Juliana Francisca.

11.7- Sebastião Braz e Maria Fernandes, pais de Matias Braz.

11.8- Braz João e Leonor Martins, pais de Andresa João.
       
12- Pentavós (5º avós) maternos de Padre Miguelinho:

12.1- Gonçalo Francisco e Catarina Gonçalves, naturais de Portugal, pais de Miguel Francisco.


12.2- Gonçalo Ferreira e Maria de Barros, naturais de Portugal, pais de Helena Ferreira.   

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O antigo Solar do Governador Tavares de Lyra

Aspecto da então Avenida Junqueira Ayres tomada pelos retirantes da seca em 1904, ao fundo o Solar do Governador Tavares de Lyra em seu estilo original.

O jornalista e pesquisador, Eduardo Alexandre Garcia (Dunga), divulgou uma notícia alvissareira no último dia 20 de janeiro. Dunga confirmou que a Assembleia Legislativa do Estado adquiriu o casarão, hoje abandonado e descaracterizado, pertencente Arquidiocese de Natal, onde morou o escritor e político Augusto Tavares de Lyra, durante o seu mandato de governador do Rio Grande do Norte, em 1904-1906.

Em 2013, quando lancei o meu livro biográfico Augusto Tavares de Lyra em vários tons, decidi que a capa fosse exatamente a imagem do casarão, pois pretendia chamar a atenção para o abandono que se encontrava o solar de Tavares de Lyra.

O casarão integrava o complexo de prédios pertencentes a Fábrica de Fiação e Tecidos Natal e foi cedido por sua proprietária, Inês Augusta Paes Barreto, ao casal de sobrinhos: Augusto e Sofia Eugênia Tavares de Lyra, que residiam no Rio de Janeiro onde Tavares de Lyra era Deputado Federal. Quando o Deputado retornava ao Estado, hospedava-se na casa da família em Macaíba, mas quando eleito governador estabeleceu residência na capital.

Os herdeiros de Juvino e Inês Paes Barreto venderam a fábrica em 1925 a Francisco Solon. O imenso terreno foi repartido em lotes, pelo que a casa foi apartada e vendida ao médico José Calixtrato Carrilho de Vasconelos. Sua viúva Idalina Pereira Carrilho faleceu no casarão no dia 13 de janeiro de 1950. O imóvel foi herdado pela filha única do casal Alice Carrilho de Góis que juntamente com o marido professor Ulisses Celestino de Góis, em 1979, repassaram a casa para a Arquidiocese de Natal que utilizou parte do terreno para construir a Escola Técnica de Comércio, hoje Faculdade Dom Heitor Sales.

Foi naquele casarão que o jovem governador Augusto Tavares de Lyra, aos 32, assistiu a chegada de centenas de sertanejos fugidos da grande seca que assolou o Rio Grande do Norte entre 1904-05, fato registrado em antológica fotografia do alemão Bruno Bourgard e guardada no acervo documental do governador. Também foi naquele casarão que o governador Tavares de Lyra, pesquisou e escreveu suas notas e apontamentos acerca da chamada “Questão de Grossos”, uma disputa territorial entre o Ceará e o Rio Grande do Norte.

O governador assumiu pessoalmente a pesquisa historiográfica que possibilitou ao advogado Ruy Barbosa escrever as suas Razões Finais, que legitimou os direitos do RN sobre o território de Grossos.

O depoimento da escritora Sophia Augusta Tavares de Lyra, filha primogênita do governador, que, em 1984, visitou o Rio Grande do Norte, e fez fotos em frente ao casarão, indicando aos seus familiares potiguares e a pessoas da família Cascudo como sendo a antiga residência de seus pais em Natal, inclusive afirmando que a “casa sempre foi térrea”, fato que agradou a sua mãe que devido a problemas de saúde não podia subir escadas.


A aquisição do imóvel pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para a instalação do Memorial do Legislativo Potiguar, significa a restituição material de um patrimônio arquitetônico e histórico ao corredor cultural da Avenida Câmara Cascudo em toda sua dignidade e nos toca pela sensibilidade do ato, que vem a dignificar aquela casa legislativa que teve em Augusto Tavares de Lyra o construtor da primeira sede exclusiva para o poder legislativo estadual. 

Detalhe de cartão postal que mostra o solar de Tavares de Lyra em sua fábrica original.

Nos anos 1950 o casarão já possui as características atuais.

A escritora Sophia Augusta Tavares de Lyra, primogênita do governador, visitou o antigo Solar em 1984.


Uma tese para a ascendência Barreto do Senador Pedro Velho

É por demais conhecida por quem se debruça sobre a genealogia potiguar a ascendência no ramo Albuquerque Maranhão, de Pedro Velho. Contudo, seu ramo Barreto é obscuro. Aqui é colocando João José Velho Barreto (Bisavô paterno de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão) como filho de Pedro Velho Barreto e de Maria Madalena Pais Barreto.

No registro de casamento de Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão com Feliciana Maria, consta que o pai do noivo era Pedro Velho Barreto, sem o sobrenome Rego. O presente artigo busca apresentar uma tese para a ligação de Pedro Velho e o seu ramo Barreto.

Pais de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão, que era natural de Nazaré da Mata – PE, nascido em 15 de janeiro de 1827 e falecido aos 25 de agosto de 1896, com 69 anos de idade em Recife – PE, e Feliciana Maria da Silva, que era natural de Areia – PB, nascida em 30 de março de 1832 e falecida em Natal-RN aos 09 de maio de 1893, com 61 anos de idade, casados aos 09 de dezembro de 1851 em Jundiaí-Macaíba-RN

Avós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

Pedro Velho do Rego Barreto e Isabel Cândida da Câmara de Albuquerque Maranhão.

3- Bisavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

3.1- João José Velho Barreto e Senhorinha Cavalcante do Rego Barros, pais de Pedro Velho do Rego Barreto.

3.2- Mestre de Campo José Jerônimo Pacheco de Albuquerque Maranhão e Ana Francisca de Araújo, pais de Isabel Cândida da Câmara de Albuquerque Maranhão.

4- Trisavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

4.1- Pedro Velho Pais Barreto, nascido provavelmente em 1750, e Maria Madalena Pais Barreto, pais de João José Velho Barreto.

4.2- Capitão Jerônimo de Albuquerque Maranhão e Luzia Margarida Coelho de Andrade, casados em 01 de setembro de 1749 na Capela do Senhor Bom Jesus, Freguesia de Itamaracá – PE, pais do Mestre de Campo José Jerônimo Pacheco de Albuquerque Maranhão.

Registro de casamento de Jerônimo de Albuquerque Maranhão e Luzia Margarida Coelho de Andrade:
Ao primeiro do mês de Setembro de 1749 anos na Capela do Sr. Bom Jesus de tarde corridos os banhos sem impedimentos e dispensados no parentesco, em presença do muito Reverendo o Dr. João Soares Barbosa, e das testemunhas assinadas O Capitão Mor João Carneiro da Cunha e o Capitão Mor Antonio Gomes Pacheco se receberão em face da Igreja por palavras de presente o Capitão Jerônimo de Albuquerque Maranhão, filho do Mestre de Campo Afonso de Albuquerque Maranhão e de sua mulher D. Adriana Vieira; e D. Luzia Margarida de Andrade, filha do Capitão Antonio Gomes Pacheco e de sua mulher Maria Coelho de Revoredo, e receberão as bênçãos nupciais tudo na forma do Sagrado Concilio Tridentino; de que fiz este assento dia e era. O Vigário Francisco Luiz Nogueira.

4.3- Francisco Gomes de Araújo e Isabel Maria da Cunha, pais de Ana Francisca de Araújo.

5- Tetravós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

5.1- Sebastião Antônio de Barros e Melo, batizado aos 06 de novembro de 1720 e falecido aos 20 de maio de 1780 com 60 anos de idade, e Maria Rita de Albuquerque Melo, pais de Pedro Velho Barreto.

5.2- Estevão José Pais Barreto e Manoela Luíza de Melo, pais de Maria Madalena Pais Barreto.

5.3- Afonso de Albuquerque Maranhão, o 2º do nome, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real, e Senhor do Engenho Diamante de Goiana – PE, e falecido no ano de 1730, e Adriana Vieira de Sá, pais do Capitão Jerônimo de Albuquerque Maranhão.

5.4- Antônio Gomes Pacheco, natural de Recife – PE, Senhor do Engenho Araripe do Meio, Capitão Mor de Itamaracá, e Maria Coelho do Reborêdo, pais de Luzia Margarida Coelho de Andrade.

6- Pentavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

6.1- Francisco do Rego Barros, Provedor da Fazenda Real, e Maria Manoela de Melo, casados aos 14 de outubro de 1716 na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Olinda – PE, pais de Sebastião Antônio de Barros e Melo.

Registro de casamento de Francisco do Rego Barros e Maria Manoela de Mello:

Aos quatorze dias do mês de Outubro de mil, e setecentos e dezesseis na Igreja de Nossa Senhora da Conceição desta Cidade as Seis horas e meia da tarde de faculdade do Muito Reverendo Doutor Provisor, Vigário Geral o Doutor Nicolao Paes Sarmento, corridos os banhos sem impedimento, e Comandado do dito Senhor, purgado o impedimento imposto, e dispensados nos graus de parentesco perante mim Cura abaixo, e as testemunhas, se receberão por palavras de presente na forma do Sagrado Concilio Tridentino Francisco do Rego Barros, natural do Bispado do Corpo Santo do Recife, filho legitimo do Provedor João do Rego Barros, e de Dona Luzia Pessoa de Mello, naturais do mesmo Bispdº, com Dona Maria Manoela de Mello, natural deste Bispado e Freguesia do Cabo, filha legitima do Sargento Mor Manoel Gomes de Mello, e de Dona Ignes de Goes Pimentel, naturais do mesmo Bispado, e tomarão as Bênçãos Nupciais continuedentemente me depós o nubente, que a prisão, em que esteve não fora para obrigarem a casar, antes por ser sua livre vontade o queria despersuadir de o fazer com a prisão, sem constrangimento de pessoa alguma, e o mesmo disse que a nubente casava por sua livre vontade, sem constrangimento de pessoa alguma, ambos com perfeita intenção de fazer o Sacramento, como manda a Santa Madre Igreja de Roma, sendo tudo presentes por testemunhas o Mestre de Campo Antonio Borges da Fonseca, o Doutor José Tavares Sarmento, o Reverendo Padre Frey Lourenço Correa Religioso de Nossa Senhora do Carmo, e outras muitas pessoas, e as sobreditas, e o nubente comigo assinarão o assento, de que fiz este termo que assino, dia, mês, e ano ut supra. Christovao Paes de Mendonça Bandeira. Francisco do Rego Barros. Antonio Borges da Fonseca. Jozé Tavares Sarmento. Frey Lourenço Correa.
6.2- João Pais Barreto, o 2º do Nome, e Manoela Luzia de Melo, casados aos 30 de novembro de 1726 na Capela da Madre de Deus, Engenho Velho, pais de Maria Rita de Albuquerque Melo.

Registro de casamento de João Pais Barreto e Manoela Luzia de Melo:

Aos trinta de Novembro de mil setecentos e vinte e seis assistiu o Padre Estevam Pais Barreto, na Capela de Madre de Deus do Engenho Velho aos nubentes João Pais Barretto, filho legitimo de João Pais Barreto já defunto, e Dona Maria Mayor, com Dona Manoella Luzia de Mello, filha do Capitam Fernando Rodrigues de Castro, já defunto, e sua mulher Dona Brites Maria da Rocha, e os recebeu, sendo dispensados pelo Ilustríssimo Senhor Bispo na forma do Sagrado Concilio Trid. Foram testemunhas Pedro Marinho, e o Capitam João Marinho Falcam, Dona Jeronima de Almeida, Dona Brites Maria da Rocha, dia era ut supra, e assistiu o Padre acima nomeado com Licença do Muito Reverendo Senhor Doutor Vigário Geral. O Vigário José Mendes da Silva.

6.3- João Pais Barreto, o 2º do Nome, e Manoela Luzia de Melo, pais de Estevão José Pais Barreto.

6.4- Mestre de Campo João Marinho Falcão e Maria José da Rocha, pais de Manoela Luíza de Melo.

6.5- Afonso de Albuquerque Maranhão, o 1º do nome, e Isabel de Barros Pacheco, casados em 27 de novembro de 1682 na Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Olinda, Estado de Pernambuco, pais de Afonso de Albuquerque Maranhão, o 2º do Nome.

6.6- João Alves Vieira, natural da Freguesia de Santa Maria de Rebordóes, Conselho de Souto de Rebordónes, Viana do Castelo, Portugal,  e Margarida de Sá, natural da Várzea-PE, pais de Adriana Vieira de Sá.

6.7- Lourenço Gomes Ferraz, natural de Viana, Portugal, Capitão de cavalaria em Pernambuco, e Tereza Pacheco de Faria, pais de Antônio Gomes Pacheco.

6.8- Antônio de Reboredo Machado, natural de Sereval, Portugal, e Leonarda Coelho de Andrade, natural de São Luiz, Estado do Maranhão, pais de Maria Coelho de Reborêdo.

7- Hexavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

7.1- João do Rego Barros e a 3ª esposa Luzia Pessoa de Melo, casados aos 17 de abril de 1697 na Freguesia de São Pedro Martir de Olinda – PE, pais de Francisco do Rego Barros.

Registro de Casamento de João do Rego Barros e Luzia Pessoa de Melo:

Aos dezessete dias do mês de Abril de mil Seis centos e noventa e sete, nesta Matriz de Sam Pedro Mártir da cidade de Olinda de Pernambuco em presença do Muito Reverendo o Cônego Doutor Francisco da Fonseca Rego, Vigário deste Bispado, sendo presentes por testemunhas João do Rego Barros, e Arnaud de Olanda Barretto, e Donna Maria, mulher do Capitam Mor André de Barros Rego, pessoas de nobreza conhecida, se casarão na face da Igreja por palavras solenemente o Capitão Mor João do Rego Barros, natural deste mesmo Bispado, e da cidade de Olinda, filho legitimo do Capitao Mor Francisco do Rego Barros, natural da Freguesia do Cabo, e de Dona Monica Pessoa, natural do mesmo Bispado, e da Freguesia de Sam Lourenço da Matta, filha legitima, digo, com Dona Luzia Pessoa de Mello, natural do mesmo Bispado e da Freguesia de Sam Lourenço da Matta, filha legitima do Capitam Mor André de Barros Rego, e de sua mulher Adrianna Wanderley, natural do mesmo Bispado, e da Freguezia de Santo Antonio do Cabo, tudo conforme os Ritos, e Cerimonias da Sancta Madre Igreja na forma do Sagrado Concilio Tridentino, de que fis este assento por Ordem, e despacho do Muito Reverendo Doutor Manoel Pires de Carvalho, Conego Magistral da Sancta Madre Igreja Catedral desta Cidade de Olinda, Vigário Geral e atual deste Bispado, do q tudo fiz este assento, que por verdade assinei. O Vigário Francisco Bezerra de Vasconcelos.

7.2- Manoel Gomes de Melo e Inês de Góes, pais de Maria Manoela de Melo.

7.3- João Pais Barreto, o 1º do Nome, e Maria Maior de Albuquerque, casados aos 04 de junho de 1691 na Capela de Santo André, pais de João Pais Barreto, o 2º do nome.

Registro de Casamento de João Pais Barretto e Maria Maior de Albuquerque:

Aos quatro de junho de Mil e seis centos e noventa e hum na Capela de Santo André, em minha presença se casarão por procuração, e dispensados no Segundo Grau de sanguinidade pelo Muitíssimo Reverendo Vigário de Muribeca deste Bispado de Pernambuco Dom Matias, João Pais Barretto, filho do Morgado Estevam Pais Barreto, e sua mulher Maria de Albuquerque, e Maria Mayor de Albuquerque, filha legitima de José de Sá de Albuquerque, e sua mulher Dona Catharina de Mello de Albuquerque, sendo presentes por testemunhas o Mestre de Campo Zenobio Accioli e Manoel de Sá de Albuquerque, e aos cinco de Setembro dei as bênçãos nupciais, em a Igreja de Santo Estevam no Engenho das Russas o Vigário João Carvalho da Rocha desta freguesia do Cabo, e por verdade fiz este assento que assinei. Dom Mathias de Souza.

7.4- Fernando Rodrigues de Castro e Brites Maria da Rocha, casados aos 24 de novembro de 1692 na Capela de Santa Luzia do Engenho da Guerra, pais de Manoela Luzia de Melo.

Registro de casamento de Fernando Rodrigues de Castro e Brites Maria da Rocha:

 Aos vinte e quatro dias do mês de Novembro de Mil e seis centos e noventa e dois anos recebeu o Mestre Escola o Doutor Francisco da Fonsequa Reguo na Igreja de Santa Luzia do Engenho da Guerra a Fernando Rodrigues de Castro filho do Capitam Mayor Estevam Pais Barretto, e de sua mulher Dona Maria de Albuquerque, já defunta, e Dona Brites Maria da Rocha, filha do Sargento Mayor Joao Marinho Falcam, e de sua mulher Dona Maria da Rocha, já defunta, moradores nesta freguesia, foram testemunhas o Capitam Mayor Jozé de Sá de Albuquerque, e o Sargento Mayor Antonio Pais Barreto, e Izabel Barboza, e Dona Luzia de Mello. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário José Carvalho da Rocha.

7.5- Fernando Rodrigues de Castro e Brites Maria da Rocha, pais do Mestre de Campo João Marinho Falcão.

7.6- Cristovão de Barros Rego e Ana Maria Wanderley, pais de Maria José da Rocha.

7.7- Matias de Albuquerque Maranhão e Isabel da Câmara, natural do Rio de Janeiro – RJ, pais de Afonso de Albuquerque Maranhão, o 1º do nome.

7.8- Gaspar da Costa Casado e Brites Gomes Pacheco, naturais de Viana, Portugal, pais de Isabel de Barros Pacheco.

7.9- Manoel Gomes Ferraz e Maria Ferreira Velho, portugueses, pais de Lourenço Gomes Ferraz.

7.10- Gaspar da Costa Casado e Brites Gomes Pacheco, pais de Tereza Pacheco de Faria.

7.11- Manoel de Reboredo e Maria Machado Madureira, naturais de Portugal, pais de Antônio de Reboredo Machado.

7.12- Pedro Rodrigues Coelho e Margarida de Andrada, naturais de Viana, Portugal, pais de Leonarda Coelho de Andrada.

7.13- João Vicente e Catarina Pires, a 2ª do nome, naturais de Rebordóes, Viana do Castelo, Portugal, pais de João Alves Vieira;

7.14- Capitão Julião de Oliveira, natural de Guimarães, Portugal, e Maria de Abreu, natural de Pernambuco, pais de Margarida de Sá.

8- Heptavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

8.1- Francisco do Rego Barros e Arcângela da Silveira, casados aos 08 de maio de 1623, pais de João do Rego Barros.

8.2- André de Barros Rego e Adriana de Almeida Wanderley, pais de Luzia Pessoa de Melo.

8.3- João Gomes de Melo e Inês de Almeida Pimentel, pais de Manoel Gomes de Melo.

8.4- André de Barros Rego e Adriana de Almeida Wanderley, pais de Inês de Góes.

8.5- Estevão Pais Barreto, o 2º do Nome, e Maria de Albuquerque, pais de João Pais Barreto, o 1º do nome.

8.6- José de Sá de Albuquerque e Catarina de Melo Albuquerque, pais de Maria Maior de Albuquerque.

8.7- Capitão Mor Estevão Pais Barreto e Maria de Albuquerque, pais de Fernão Rodrigues de Castro.

8.8- Sargento Mor João Marinho Falcão e Maria da Rocha Barbosa, casados aos 20 de janeiro de 1676 na Freguesia de Muribeca – PE, pais de Brites Maria da Rocha.

Registro de casamento de João Marinho Falcão e Maria da Rocha Barbosa:

Aos vinte de janeiro de Mil e Seis centos e setenta e seis casarão em minha presença Joam Marinho Falcam filho de Pedro Marinho Falcam e sua mulher Brites de Mello, com Maria da Rocha Barbosa, filha de André da Rocha Dantas e sua mulher Maria de Souza e Vasconcellos, dispensados no segundo grau de sanguinidade q estavam ligados, presentes as testemunhas Lazaro Barbalho de Lyra e Joam Gomes de Melo, e sua mulher Dona Ignez, e Mathias da Sylva, e para constar fiz este, que assino. Manoel Vaz.

8.9- Manoel da Mota da Silveira, português, e Catarina de Barros, pais de Cristovão de Barros Rego.

8.10- João Maurício Wanderley e Maria da Rocha, pais de Ana Maria Wanderley.

8.11- Jerônimo de Albuquerque Maranhão, o Fundador da Família Albuquerque Maranhão, natural de Pernambuco, nascido em 1548, e falecido em 18 de fevereiro de 1618, e Catarina Pinheiro Feyo, pais de Matias de Albuquerque Maranhão.

8.12- Pedro Gago da Câmara, natural da Ilha de São Miguel, Região dos Açores, Portugal, batizado aos 16-12-1562, e Isabel de Oliveira, pais de Isabel da Câmara.

Registro de batismo de Pedro Gago da Câmara:


A 16 de dezbro de 1562 batizei eu M.el Tavares a Pº fº de Gaspar Miz (Martins), e de Senoreza da Cmª Costa. Forao padrinhos Pº Lou (?) e Antª Alvres Petanilha (?) de Pº Braga, e a parteira Briatis Leitao. Pe. Mel Tavares.

8.13- Pedro Vaz Fernandes e Ana Gomes Ferraz, portugueses, pais de Manoel Gomes Ferraz.

8.14- João Alvares Ferreira e Isabel Rodrigues, pais de Maria Ferreira Velho.

8.15- Martim da Costa Casado e Isabel de Barros Pinheiro, portugueses, pais de Gaspar da Costa Casado.

8.16- Braz Coelho Pacheco e Grácia Gomes, pais de Brites Gomes Pacheco.

8.17- Francisco Vicente e Maria Alves, naturais de Rebordóes, Viana do Castelo, Portugal, pais de João Vicente,

8.18- Antônio Afonso e Catarina Pires, a 1ª do nome, naturais de Rebordóes, Viana do Castelo, Portugal, pais de Catarina Pires, a 2ª do nome.

8.19- Mateus Francisco, natural de Guimarães, Portugal, pai do capitão Julião de Oliveira.

8.20- Francisco Camelo e Maria Ventura Botelho, naturais de Lisboa, Portugal, pais de Maria de Abreu.

9- Octavós paternos de Pedro Velho de Albuquerque Maranhão:

9.1- Luiz do Rego Barreto, natural de Portugal, e Inês de Góes, pais de Francisco do Rego Barros.

9.2- Domingos da Silveira e Margarida Gomes da Silva, pais de Arcângela da Silveira.

9.3- Arnau de Holanda Barreto e Luzia Pessoa, pais de André de Barros Rego.

9.4- Gaspar Wanderley, holandês, e Maria de Melo, pais de Adriana de Almeida Wanderley.

9.5- Manoel Gomes de Melo e Adriana de Almeida Lins, pais de João Gomes de Melo.

9.6- Rodrigo de Barros Pimentel e Jerônima de Almeida Lins, pais de Inês de Almeida Pimentel.

9.7- Estevão Pais Barreto, o 1º do Nome, e Catarina de Castro e Távora, pais de Estevão Pais Barreto,o 2º do nome.

9.8- Felipe Pais Barreto e Brites de Albuquerque, pais de Maria de Albuquerque.

9.9- Antônio de Sá Mahia e Catarina de Mello de Albuquerque, pais de José de Sá de Albuquerque.

9.10- Felipe Pais Barreto e Brites de Albuquerque, pais de Catarina de Melo de Albuquerque.

9.11- João Velho Pais Barreto, português, morgado do Cabo, e Inês Guardez, pais de Estevão Pais Barreto.

9.12- Miguel Fernandes de Távora e Margarida de Castro, pais de Catarina de Castro e Távora.

9.13- Pedro Marinho Falcão e Brites de Melo, pais do Sargento João Marinho Falcão.

9.14- André da Rocha Falcão e Maria de Souza, pais de Maria da Rocha Barbosa.

9.15- Gaspar Wanderley, holandês, e Maria de Melo, pais de João Maurício Wanderley.

9.16- Clemente da Rocha e Maria Lins, pais de Maria da Rocha.

9.17- Jerônimo de Albuquerque, natural de Portugal, e a companheira Maria do Espírito Santo Arcoverde, que era Índia, pais de Jerônimo de Albuquerque Maranhão, que foi o Fundador da Família Albuquerque Maranhão.


9.18- Antônio Pinheiro Feyo, natural de Portugal, Feitor-Mor da Armada da Marinha, e Leonor Guardez, pais de Catarina Pinheiro Feyo.

9.19- Gaspar Martins e Senhoreza da Costa, naturais da Ilha de São Miguel, Açores, Portugal, pais do Capitão Pedro Gago da Câmara.

NOTA: Senhoreza da Costa era filha de Estevão Gago da Costa.

9.20- Bartolomeu Gonçalves Santiago e Isabel da Costa Casado, naturais de Viana do Castelo, Portugal, pais de Martim da Costa Casado.

9.21- Francisco de Barros e Brites Alves Pinheiro, naturais de Ponte de Lima, Viana do Castelo, Portugal, pais de Isabel de Barros Pinheiro.

9.22- Simão Alves Pacheco e Maria Lopes Pereira, naturais de Vila Verde, termo de Unhão, Conselho de Felgueiras, Distrito do Porto, Portugal. Pais de Braz Coelho Pacheco.

9.23- Pedro Alves natural da Freguesia do Castelo, Barecelos, Distrito de Braga, Portugal, e Luzia Gomes, natural de Foz do Lima, Viana do Castelo, Portugal. Pais de Grácia Gomes.