sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Oswaldo, o único Lamartine


O dia de hoje assinala o centenário de nascimento de Oswaldo Lamartine de Faria, último rebento do casal Juvenal Lamartine de Faria e Silvina Bezerra de Araújo Galvão, “sobejo da seca de 19” como ele costumava destacar. Estive com Oswaldo Lamartine algumas vezes, na sua residência da Praça Pedro Velho. Tenho-o como uma referência constante. Aprendi a admirar o Sertão, através dos seus livros, cuja coleção me presenteou.

Segundo Pery Lamartine, em seu livro: Assentamentos da família Lamartine, a família Lamartine do Rio Grande do Norte originou-se na pessoa do seridoense Juvenal Lamartine de Faria. (...) Algumas famílias do Espinharas costumavam batizar os filhos com nomes da literatura francesa, herança dos ensinamentos adquiridos no colégio do padre Rolim, localizado no sertão da Paraíba (Cajazeiras), Juvenal Lamartine foi um desses casos: de seu prenome composto se originou um nome de família, Lamartine.

Contudo, a pesquisa genealógica nos apresenta algumas curiosidades. Recentemente, analisando a genealogia da família Lamartine chamou-me a atenção um detalhe: Oswaldo foi o único dos filhos do casal a ser efetivamente registrado com o sobrenome Lamartine.

A princípio, segundo os registros dos filhos, Juvenal Lamartine de Faria não tinha intenção de fundar uma família Lamartine; os dois filhos de nome Clóvis, foram registrados em cartório com os sobrenomes Bezerra de Faria. O primeiro Clóvis nascido em 1900 faleceu com poucos meses de vida, e o segundo Clóvis foi o pai do escritor Pery Lamartine.

Olavo Lamartine, por exemplo, teve o seu registro de nascimento feito duas vezes, sendo que no primeiro o nome da mãe apareceu como solteira, Silvina Bezerra de Araújo Galvão, em razão disso, o registro foi anulado, sendo feito um segundo, desta vez com o nome de Silvina Bezerra de Faria, e ambos os registros de Olavo o nome é Olavo Bezerra Monteiro de Faria.

O filho Silvino, em conformidade com decisão judicial de 27 de fevereiro de 1928, atendendo a justificação de Juvenal Lamartine de Faria, substituiu o sobrenome Bezerra pelo Lamartine, ficando assim Silvino Lamartine de Faria. O filho de nome Otávio, que foi registrado originalmente como Otávio Bezerra de Faria, fez a mesma coisa que o irmão Silvino e substituiu o sobrenome Bezerra pelo Lamartine, passando a assinar Otávio Lamartine de Faria, segundo decisão judicial de 20 de outubro de 1928.

Certo é que nenhum dos filhos do casal Juvenal Lamartine/Silvina Bezerra, teve o sobrenome Lamartine em seu registro original de nascimento. Adotaram depois por via judicial ou acréscimo voluntário. O único filho que teve o sobrenome Lamartine em seu registro de nascimento foi justamente o derradeiro, Oswaldo Lamartine de Faria.

Assim, o nome Lamartine passou a ser o patronímico de uma das famílias tradicionais do estado, cujos membros, em todas as épocas, têm contribuído com o progresso material e intelectual do Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Ancestralidade judaica dos Medeiros do Seridó provada


Sabemos que o Seridó (região geograficamente situada entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba) possui raízes judaicas e que o Prof. Marcos Filgueira publicou a ligação entre Caetano Dantas Correia e Clara Afonso, de Barcelos, filha de Junca Montezinho e Micol, entre tantos outros ramos ainda mais expressivos no seu renomado livro “Os judeus foram nossos avós”. Exímio pesquisador há décadas, sempre ético, disponibilizou inclusive gratuitamente essa grande obra.

Muitos potiguares descendentes da família Medeiros do Seridó podem requerer reconhecimento de sua ascendência judaica e obter as cidadanias portuguesa e espanhola. Os trâmites são os seguintes: Depois de fazer o levantamento da árvore genealógica que chegue a um judeu processado, é necessário elaborar um relatório com as provas documentais de cada antepassado. Envia-se este relatório para uma comunidade judaica em Portugal (visitem: www.cilisboa.org), se aprovado, obtêm-se um certificado. De posse do certificado, dá entrada na conservatória de registros de Portugal para obter a cidadania. Particularmente, esclareço, devido aos muitos emails que tenho recebido, que não trabalho com levantamento de árvore genealógica, mas existe muitas pessoas que empenham-se no levantamento dos dados genealógicos.

Em 2017 escrevi e publiquei em meu blog um artigo intitulado “Ancestrais dos irmãos Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de Medeiros Matos, troncos da Família Medeiros do Seridó no Rio Grande do Norte" http://www.historiaegenealogia.com/2017/09/ancestrais-dos-irmaos-portugueses.html e prosseguimos nas buscas e conseguimos localizar um documento fundamental, e que prova a ancestralidade judaica dos Medeiros do Seridó. O documento é acessível gratuitamente, online, através do site da Torre do Tombo: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=2306810





Trata-se do PROCESSO POR CRIME DE JUDAÍSMO DE ÁGUEDA MONIZ, sobrinha de BEATRIZ MARQUES, TETRAVÓ de RODRIGO DE MEDEIROS ROCHA e de SEBASTIÃO DE MEDEIROS MATOS, PATRIARCAS DOS MEDEIROS DO SERIDÓ.

Logo abaixo encontra-se a linha ascendente dos irmãos Rodrigo e Sebastião de Medeiros até Beatriz Marques já descrita há muitas décadas por Gaspar Frutuoso em “Saudades da Terra” e publicada posteriormente por José Augusto Bezerra de Medeiros em seu livro “Seridó”.


Beatriz Marques
(cristã-nova, irmã de Elvira Marques e tia materna de Águeda Moniz)
Beatriz Furtado
Maria de Medeiros
Maria de Medeiros Rocha
Maria de Medeiros Pimentel
Rodrigo de Medeiros Rocha e Sebastião de Medeiros Matos

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Subsídios genealógicos da professora Isabel Gondim


A professora Isabel Gondim nasceu aos 05 de julho de 1839 em Nísia Floresta – RN e faleceu solteira, aos 10 de junho de 1933, com 93 anos de idade em Natal – RN, estando sepultada no Cemitério do Alecrim. Segue o seu termo de batismo:

Aos vinte de janeiro de mil oito centos e quarenta nesta Matriz de Nossa Senhora do Ó de Papari baptisei com os Santos Oleos a Isabel branca de seis meses filha legitima de Urbano Egide da Silva Costa Gondim d´Albuquerquee Isabel Deolinda de Mello de Albuquerque Gondim; foram padrinhos André de Albuquerque Maranhão e Jozéfa Lourença de Mello Bezerra. Para constar mandei fazer este assento em que me assigno. O Vigrº Francº M.el Maciel. (Livro de Batizados de 1839 a 1841 da Freguesia de Nossa Senhora do Ó de Papari - Nísia Floresta – RN, p. 25).


Pais de Isabel Gondim:

Urbano Egide da Silva Costa Gondim de Albuquerque, nascido no dia 01 de setembro de 1808, batizado em 08 de setembro de 1808 na Freguesia do Santíssimo Sacramento de Recife/PE, e Isabel Deolinda de Melo Borges, casados aos 29 de setembro de 1836, em Oratório Privado de residência das casas de residência de Ana Xavier Carneiro em Papary/RN.

O termo de batismo de Urbano Egide da Silva Costa Gondim de Albuquerque encontra-se na página 138 do livro de batizados do período de 1805 a 1812 da Freguesia do Santíssimo Sacramento de Recife/PE, sendo padrinhos José Francisco da Silva e a esposa Maria Francisca de Almeida.

O casamento dos pais de Isabel Gondim foi celebrado pelo Pe. Francisco Manoel Maciel, sendo testemunhas André de Albuquerque Maranhão e Inácio de Albuquerque Maranhão. O termo de casamento está localizado a página 2 do livro de matrimônios (1835-1848) da Paróquia de Nossa Senhora do Ó de Nísia Floresta/RN.

Avós paternos de Isabel Gondim:

Joaquim da Costa Moreira, natural da Freguesia de São Sebastião de Cernache do Bonjardim, Conselho de Sertã, Distrito de Castelo Branco, nascido aos 31 de março de 1769, batizado aos 08 de abril de 1769, e Joaquina Maria Gondim de Albuquerque, natural da Freguesia de São Pedro Gonçalves, Recife/PE.

Avós maternos de Isabel Gondim:

Ana Joana Xavier Carneiro.

Bisavós paternos de Isabel Gondim:

Anastácio Moreira de São Bento, nascido aos 21 de março de 1736, batizado aos 31 de março de 1736, e Maria Felizarda, nascida aos 28 de junho de 1747, batizada aos 16 de julho de 1747, naturais da Freguesia de Cernache do Bonjardim, Conselho de Sertã, Distrito de Castelo Branco, Portugal, pais de Joaquim da Costa Moreira.

Francisco Xavier da Cruz e Catarina dos Anjos Silva, pais de Joaquina Maria Gondim de Albuquerque.

Trisavós paternos de Isabel Gondim:

Manoel da Costa e Anastácia da Silva, pais de Anastácio Moreira de São Bento.

João da Silva e Felizarda Tereza de Jesus, casados aos 03 de agosto de 1744 na Freguesia de Cernache do Bonjardim, Conselho de Sertã, Distrito de Castelo Branco, pais de Maria Felizarda.

Tetravós paternos de Isabel Gondim:

Inácio da Costa e Cristina Gonçalves, naturais da Freguesia de São Tiago, Distrito do Porto, Portugal, pais de Manoel da Costa.

Cosme Moreira, natural da Freguesia de Salvador da Moreira, Conselho da Maia, Distrito do Porto, e Natália da Silva, casados aos 31 de março de 1704, na Freguesia de Cernache do Bonjardim, pais de Anastácia da Silva.

Manoel Lopes, natural do casal de Borrales da Ribeira Sardes, e Madalena Themudo, natural da Freguesia de Aguda, Conselho de Figueiró dos Vinhos, Distrito de Leiria, casados aos 28 de setembro de 1700, na Freguesia de Cernache do Bonjardim, pais de João da Silva.

João Lopes e Leonarda da Silva, do Outeiro do Pampilhal, casados aos 12 de junho de 1718 na Freguesia de Cernache do Bonjardim, pais de Felizarda Tereza de Jesus.

Pentavós paternos de Isabel Gondim:

Domingos Gonçalves e Maria Francisca, naturais da Freguesia de São Salvador da Moreira, pais de Cosme Moreira.

Domingos Rodrigues e Maria de Nazaré, pais de Natália da Silva.

Manoel da Costa e Antônia Lopes, casados aos 21 de agosto de 1685, na Freguesia de Cernache do Bonjardim, pais de Manoel Lopes.
Manoel João e Domingas Themudo, casados aos 03 de agosto de 1669, na Freguesia de Aguda, Conselho de Figueiró dos Vinhos, Distrito de Leiria, Portugal, pais de Madalena Themudo.

Domingos Lopes e Maria dos Ramos, pais de João Lopes.

Manoel Antunes e Maria da Silva, pais de Leonarda da Silva.

Hexavós paternos de Isabel Gondim:

Jerônimo da Costa e Luzia Fernandes, naturais da Freguesia do Espírito Santo do Castelo, Portugal, pais de Manoel da Costa.

Gaspar Lopes e Maria Lopes, pais de Antônia Lopes.

Manoel João e Margarida Simões, pais de Manoel João.

Simão Álvares e Maria Diniz, pais de Domingas Themudo.

Domingos Antunes e Lucrécia da Costa, pais de Manoel Antunes.

Paulo Simões e Maria Ferreira, de Pampilhal, pais de Maria da Silva.



segunda-feira, 5 de março de 2018

Origens dos Furtado de Mendonça e Menezes (CE e RN)


O português escrivão criminal Antônio Furtado de Mendonça e Menezes era natural da ilha da Madeira, nascido no dia 15 de agosto de 1789 e falecido em Ceará-Mirim em 1886. Viajou para o Estado do Ceará, onde se casou em 18 de novembro de 1814 com Isabel Ferreira Cavalcante, filha do casal José Rodrigues da Silva e Maria Ignácia Cavalcanti de Albuquerque, deixando grande descendência, que se espalhou pelo Estado do Ceará, no Estado do Rio Grande do Norte, através das regiões de Santa Cruz, Ceará – Mirim, Taipu e João Câmara. Foi proprietário da Fazenda Jaguaretama no Ceará e senhor de engenho no RN. A seguir conseguimos estabelecer o nome de todos os seus 8 trisavós.

Eis o termo de batismo do português Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:


Em os dezanove do mês de Agosto de mil sette centos e oitenta e nove annos eu o Cura desta Igreja Colegiada de Nossa Senhora da Conceição da Villa do Machico abaxo assignado: nella baptizei e fis os exorcismos e pus os Santos Oleos a ANTONIO nascido aos quinze do corrente mes, filho de José Furtado de Mendonça e de sua molher Dª Maria de Menezes ambos naturais desta Freguezia e moradores no Paraíso desta ditta Villa, foi padrinho Manoel Barreto Tragunde, que este termo comigo assignou. Era ut supra. O Cª José Joaqm de Gouvea. M.el Barrtº Trage. (Livro de Batizados de 1784 a 1791 da Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, p. 231).


Termo de casamento do português Antônio Furtado de Mendonça e Menezes e Isabel Ferreira Cavalcante:


Aos dezoito do mes de novembro do ano de mil oitocentos e catorze na fazenda Almas da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Riacho do Sangue. Feitas as denunciações na forma de direito sem resultar impedimento em minha presença se casou em face da Igreja solenemente por palavra de presente Antônio Furtado de Mendonça e Meneses, solteiro, natural e morador da Freguesia da Santa Sé do Bispado de Funchal da Ilha da Madeira, filho legítimo do falecido José Furtado de Mendonça e de Maria de Meneses, com Isabel Ferreira Cavalcante, solteira natural e moradora nesta Freguesia do Riacho do Sangue, filha legítima do Capitão José Rodrigues da Silva e da falecida Maria Inácia Cavalcante, tendo presentes por testemunhas o Coronel António Bezerra de Sousa e o Capitão Miguel José de Queiroz, casados, aquele morador na Freguesia do Quixeramobim, este nesta do Riacho do Sangue, e logo lhes dei as Bençãos conforme aos Ritos da Santa Igreja. E para constar mandei fazer este assento. Por verdade assinei. O Vigário Joaquim López de Lima Raimundez.

Filhos do casal Antônio Furtado de Mendonça e Menezes e de Isabel Ferreira Cavalcante:

F.1- Hermenegildo Furtado de Mendonça e Menezes, nascido aos 03 de dezembro de 1815 e falecido aos 02 de agosto de 1873 com 57 anos.

F.2- José Furtado de Mendonça e Menezes, nascido por volta de 1818.

F.3- Vasco Rogério Furtado de Mendonça e Menezes, nascido aos 13 de julho de 1820 e falecido aos 18 de maio de 1868 com 47 anos.

F.4- Ana Angélica Senhorinha Furtado de Menezes, nascida aos 30 de dezembro de 1822.

F.5- Luduvina Ferreira da Silva, nascida aos 09 de fevereiro de 1824.

F.6- Job Furtado de Mendonça e Menezes, nascido aos 03 de setembro de 1826 e falecido aos 23 de junho de 1917 com 90 anos de idade.

F.7- Cândida Isabel Furtado de Menezes, nascida em 27 de março de 1829.

F.8- Ivo Abdias Furtado de Mendonça, nascido aos 15 de novembro de 1831.

F.9- Antônio Furtado de Mendonça e Menezes Júnior, nascido aos 02 de janeiro de 1833.

F.10- Elpídio Furtado de Mendonça e Menezes, nascido aos 13 de março de 1836 e falecido aos 21 de agosto de 1910 com 74 anos.

1- Pais de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

José Furtado de Mendonça e Maria de Menezes, naturais de Portugal, casados aos 20 de fevereiro de 1783, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal.

Termo de batismo de José Furtado de Mendonça:

Em os vinte e sinco dias do mes de Março de mil sete centos e quarenta e hum, eu, o Rendº Joze Leandro de Azdº Cura desta igrª da Collegª de N. Snrª da Conceição na Vª de Machico baptizei solemnente e pus os Santos Oleos a Joze q nasceu a dezasete do corrente, filho de Vasco Furtado de Mçª e de sua m.er Domingas da Sylva, netto pela pte paterna de M.el Furtado de Mçª e sua m.er Cordula de Mçª, e pela materna netto de Mel Nunes e de sua m.er Isabel da Sylva, todos desta fregª. foi padrº o Rdº Pe. Mel Franco de Sª Dias q comigo se asignou dia mes era ut supra. O Cura Revdº Joze Leandro de Azdº. (Livro de Batizados de 1727 a 1747 da Freguesia de Machico, p 139 v).

Termo de casamento de José Furtado de Mendonça e Maria de Menezes:

Em os vinte dias do mês de Fevereiro de mil sete sentos e oitenta e tres annos eu José Joaquim de Gouvea, Cura da igreja Collegiada de Nossa Senhora da Conceição da Villa do Machico: sendo primeiro corridos os banhos na forma do Sagrado Concillio Tridentino e Constituiçõens deste Bispado, sem impedimento algum asisti ao matrimonio na Capella de S. Christovao desta Villa, por despacho do Exmº e Rmº Senhor Bispo; que legitimou e in facie Eclesia contrahio Joze Furtado de Mendonsa filho legitimo de Vasco Furtado de Mendonsa e de sua legitima molher Domingas da Silva de Mendonsa com Dona Maria de Menezes filha legitima de Joze de Lemos e de sua mulher Dona Mariana de Menezes todos naturais desta Freguezia e moradores por sima desta Villa; aos quais conferi as bençõens matrimoniais: forao testemunhas alem das muitas que se acharao, Antonio Furtado de Mendonsa, e Francisco Furtado de Mendonsa que este termo comigo assignarão era ut supra. O Cura Joze Joaquim de Gouvea. Francº Furtado de Mendonsa. Antonio Furtado de Mendonsa. (Livro de Matrimônios de 1765 a 1791 da Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, p. 177).


2- Avós paternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

Vasco Furtado de Mendonça e a 2ª esposa Domingas da Silva e Souza, casados em 13 de agosto de 1738, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal.

Termo de casamento de Vasco Furtado de Mendonça e a 2ª esposa Domingas da Silva de Souza:

Em os treze dias do mes de Agosto de mil sette centos e trintha e outo annos eu o Vigrº desta Igrª Collegª de N. Snrª da Conceyção da Vª de Machico Joze Caetano Ribrº da Sylva asisti ao matrimonio q in facie eclesia Contrahio Vasco Furtado viuvo de Maria Frcª nªl desta fregª: filho de M.el Furtado de Mendonsa e de sua m.er Cordolla de Mendonsa já defunctos netto de Luis, digo, netto pela pte paterna de Luis de Mendonsa e de sua m.er Beatriz Callaça, e pela pte materna netto de M.el Perª de Olim, e de sua m.er Maria de Mendonsa todos desta Fregª já defunctos: com Domingas da Sylva de Souza, filha de M.el Nunes Antunes, e de sua m.er Isabel da Sylva Maciel; netta pela pte paterna de Antº Nunes Antunes, e de sua m.er Catherina de Mendonsa, e pela pte materna netta de Roque de Vares Pereyra, e de sua m.er Domingas de Souza, todos desta fregª, e lhes dei as bensõens matrimoniais, sendo lhes corridos os banhos na forma do Sagrado Concil. Trident. e Const. deste Bispado; tiverao impedimtº, que se liquidou como me constou por lncª de dezempedmtº q tiverao a seo favor do muito Reverendo Senhor Dr Provizor , e vigrº geral Bernardo Roiz Nogrª: forao testemunhas entre outros o Capptªm Cabo Mathias Ferreyra da Afonseca, e João Ribrº da Sylva, q comigo assignarao dia, mes e era ut supra. O Vigrº Joze Caetano Ribrº da Sylva. Mathias Ferrª da Afonseca. Joam Ribrº. (Livro de Matrimônios de 1727 a 1747 da Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, p. 91 v).

3- Avós maternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

Antônio José Pinto de Lemos e Mariana de Menezes, casados aos 06 de julho de 1754, na Freguesia do Machico, Ilha da Madeira, Portugal.

Termo de casamento de Antônio José Pinto de Lemos e Mariana de Menezes:


Em os seis dias de Julho de mil sette centos e sincoenta e quatro annos eu Manoel Joze da Costa Silva Vigº da Collegdª de Nossa Senhora da Conceição da Villa de Machico no lugar de São Joze do Pyquinho, em que me aprezentou sendo lhes primeiro corridos os banhos, e sem impedimento na forma do Concilio e Constituiçoens do Bispado, assisti ao matrimonio, que legitime in facie Ecila inter se contrahirão Antonio Jozé Pynto de Lemos filho de Gaspar Pynto de Lemos e de sua m.er Maria da Conceição, m.res no Charmenhão; neto paterno de Antonio Calassa e de sua m.er Marianna Furtada, e materno de Joze de Olim e de sua m.er Beatriz Calassa, com D. Marianna de Menezes, filha de Francisco Moniz de Menezes e de sua m.er Marianna Furtada de Vasconcellos, moradores na Ribeyra Secca, netta paterna de Antonio Bayão de Castro, natural do Porto Sancto, e de sua m.er Maria de Moniz, natural desta freguezia da Ribeyra Secca; e materna de Joao de Goes de Vasconcellos e de sua m.er Paula de Moura de Mendonça, moradores no Pouço do Gil e naturais desta freguezia, os quais lhes dei as bençãos matrimoniais. Forao testemunhas alem de muitos prezentes o Alferes Francisco de Olim da Silva e Pedro Furtado, que comigo se assignarao neste termo era ut supra. O Vigrº M.el Joze da Costa Sylva. Francº de Olim da Silva. Pedro Furtado de Vasconcellos. (Livro de Matrimônios de 1747 a 1764 da Paróquia de Machico, Ilha da Madeira, p 87 v).


4- Bisavós paternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

4.1- Manoel Furtado de Mendonça e Córdula de Mendonça, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Vasco Furtado de Mendonça).


4.2- Manoel Nunes Antunes e Isabel da Silva Maciel, que eram naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Domingas da Silva e Souza).

Termo de casamento de Manoel Nunes e Isabel da Silva: Casados aos 10 de outubro de 1695.


Em os 10 dias do Mez de 8bro de 1695 nesta Igrª de N. Srª da Conceição da Vª de Machº eu o V.rº abaicho asignado Recebi matrimonialmte a M.el Nunes de Mçª, fº de Antº Nunes e de Catherina de Mçª com Isabel da Sylva, fª de Roque de Varez Perª e de Dªs de Souza. Forao testªs q assignarao este termo o Capptªm Egas Muniz de Menezes, e o Capptªm Andre Carvalho de Vaslºs, e declaro q não hove impedmtº os banhos q lhes forao corridos e não na forma costhumada, e todos meus Freguezes. De q fis o dito termo. O Dr Vigrº Manoel Perª de Castro. Egas Munis de Menezes Andre Carvalho Teixª. (Livro de Matrimônios do período de 1679 a 1707, da Freguesia de Machico, p. 47v).

5- Bisavós maternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

5.1- Gaspar Pinto de Lemos e Maria da Conceição, casados aos 19 de maio de 1725, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Antônio José Pinto de Lemos).


Termo de casamento de Gaspar Pinto de Lemos e Maria da Conceição: Casados aos 19 de maio de 1725.


Em os dezanove dias do mes de Mayo d emil e septe centos e vinte e sinco annos, eu o Revdº e Cura abacho asignado na Ermyda de Sam Christovao por sima desta Villa de Machico de licensa do mtº Sr. Arcebispo Pºr deste Bispado o Dºr Pedro Alves de Uzel recebi por marido e m.er na forma do Sagrado Concilio Trid e Const. do Bispado a Gaspar Pinto de Lemos filho de Antº Calaça de Galdo e de sua m.er Marianna Furtada já defunctos com Maria da Conceyção filha do Alferes Joseph de Olim da Silva e de sua m.er Beatris Calasa todos freguezes desta colegdª, sendo lhe primrº corridos os banhos sem impedimtº algum excepto o de 2º e 3º grao de consaguinidade em que forao dispensados; forao testªs entre muitas Manoel Doarte de Vlºs e Franca e Manoel Joao de Nosta que este comigo assignarão dia mes era ut supra. O Rndº e Cura Francº de Freitas de Pays. (Livro de Matrimônios do período de 1709 a 1725, da Freguesia de Machico, p. 83).

5.2- Francisco Moniz de Menezes e Mariana Furtado de Vasconcelos, naturais de Portugal, casados aos 07 de junho de 1727, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Mariana de Menezes).


Termo de casamento de Francisco Moniz de Menezes e Mariana Furtado de Vasconcelos: Casados aos 7 de junho de 1727.


Em os sete dias do mez de junho do anno de mil sete centos e vinte e sete, eu, o Vigrº desta Colegiada Igrª de N. Srª da Conceição da Villa do Machico abaixo assignado asisti ao matrimonio que entre si contrahiram Francisco Moniz de Menezes filho legitimo de Antonio Bayão de Castro e de sua m.er D. Maria de Muniz já defunta com D. Marianna de Vasclºs filha de João de Góes de Mendonça e de sua m.er D. Paula de Moura, todos meus freguezes, sendo lhes corridos os banhos na forma do Sagrado Conc. Trid. e Const. do Bispado; forao testemunhas Antonio Vas de Frtªs, Mathias Ferreira de Afonsequa, o qual este termo se assignarão dia mes e era supra. O Vigrº Silvestre Lopes Bartº. (Livro de Matrimônios do período de 1725 a 1747, da Freguesia de Machico, p. 9v).

6- Trisavós paternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

6.1- Luiz de Mendonça de Vasconcelos e Beatriz Calaça Quental, naturais de Portugal, casados aos 08 de outubro de 1650, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Manoel Furtado de Mendonça).


Termo de casamento de Luiz de Mendonça e Vasconcelos e Beatriz Calaça: Casados aos 8 de outubro de 1650.


Em os oito dias do mes de outobro de seis centos e cincoenta, eu Antonio Lopes, Beneficiado desta Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Villa de Machico com licença do Reverendo o Doutor Bartholomeu Nunes recebi em face da Igreja na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituiçoens do Bispado a Luiz de Mendonça filho de Simão Roaz de Mendonça e sua mulher Dona Felippa com Beatriz Callasa filha de Christovao Teixeira Callasa e de D. Anna do Quental todos freguezes desta Igreja, e me assinei aqui com as testemunhas abaicho assignadas, dia, mEs e era ut supra. O Padre Antonio Lopes Antonio Teixeira Callasa Pedro Martins. (Livro de Matrimônios do período de 1648 a 1677, da Freguesia do Machico, p. 6v).


6.2- Manoel Pereira de Olim e Maria de Mendonça, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Córdula de Mendonça).

6.3- Antônio Nunes Antunes e Catarina de Mendonça, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Manoel Nunes Antunes).

6.4- Roque de Vares Pereira e Domingas de Souza, casados aos 07 de outubro de 1669, na Freguesia do Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Isabel da Silva Maciel).


Termo de casamento de Roque de Vares Pereira e Domingas de Souza: Casados aos 7 de outubro de 1669.

Em os sete dias do mes de outubro de mil seis sentos secenta e nove annos eu Doutor Vigario digo Doutor Antonio Freire de Andrade Vigario desta colegiada de Nossa Senhora da Conceição da Villa de Machico Recebi em face Eclezia conforme o Sagrado Concilio Tridentino e Constituiçoens do Bispado, a Roque Pereira, filho de Roque de Vares e de Domingas Gonçalves defuntos, com Domingas de Souza, filha de Sebastião Ribeiro, e de Domingas de Souza, todos desta freguezia, testemunhas que prezentes forao Mathias de Mendonça de Vasconcellos e Pedro Dormundo de Figueiredo fidalgos, e outras muitas pessoas que se achavao prezentes, e asignarao comigo dia era ut supra. O Doutor Vigario Antonio Freire de Andrade Pedro Dormundo de Figueiredo Mathias de Mendonça de Vasconcellos. (Livro de Matrimônios do período de 1648 a 1677, da Freguesia do Machico, p. 109v e 110).



7- Trisavós maternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

7.1- Antônio Calaça Freire e Mariana Furtado de Mendonça, casados aos 27 de novembro de 1675, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Gaspar Pinto de Lemos).


Termo de casamento de Antônio Calaça Freire e Mariana Furtado de Mendonça: Casados aos 27 de novembro de 1675.


Em os vinte e sete dias do mês de Novembro de mil e seis centos e setenta e cinco annos o Reverendo Vigario desta Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Villa de Machico o Doutor Antonio Freire d´Andrade recebeu nela matrimonialmente por marido e mulher a Antonio Callaça Freire filho legitimo de Marcos d´Alegrete, e de Maria Callaça já defuntos, com Marianna Furtada de Mendonça, filha legitima de Gaspar Pinto de Lemos, já defunto, e de Catherina Furtada de Mendonça, os quais forao dispensados por hum Breve Apostolico, que impetrarao do Ilustrustissimo Reverendissimo Senhor Nuncio por serem parentes em terceiro e quarto grao de consanguinidade, e depois de dispensados por mandado do ReverendoProvisor deste Bispado lhe correu os banhosna forma do Sagrado Concillio Tridentino, e não tivendo outro algum impedimento: testemunhas que no tal Matrimonio forao prezentes, e aqui assignarao João Teixeira de Galdo, e Chistovão Teixeira de Galdo, digo, Teixeira Callaça, e outras mais pessoas, que se acharao prezentes, e por assim me constar na verdade, e o dito Reverendo Vigario me dizer, foi assim o tal Recebimento; portanto fiz este termo que affirmo na verdade, e aqui assigno. O Cura João de Mendonça Furtado João Teixeira de Galdo Christovão Teixeira Calassa. (Livro de Matrimônios do período de 1648 a 1677, da Freguesia do Machico, p. 149 v).

7.2- Alferes José de Olim da Silva e Beatriz Calaça Freire, casados aos 26 de fevereiro de 1699, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Maria da Conceição).

Termo de casamento de José de Olim da Silva e Beatriz Calaça Freire:


Em os 26 dias de Feverº de 1699 na Ermida do Stº S. Christovao por sima desta Villa de Machico de liçª de Rdº Vigrº Gªl Dr. Jozeph Mendes de Vascºs e eu o Vigrº abacho assignado Recebi matrimonialmte p marido e m.er na forma do Sagrº Concº Tridº e constituição desthe Bpdº. sendo lhes prº corridos os Banhos e sem impedimtº algú a Joseph d´Olim da Sylva filho de Manoel d´Olim da Sylva já defº e de Leonor de Freytas de Aguiar com Beatris Callaça Freyre fª de Paulo de Alegrete e de Maria de Viveyros já defunctos. Forao testªs M.el Munis do lgªr da Ponte, e M.el Furtado q comigo assignarao. Todos meus freg.es. De que fis este termo era ut sª.   Manoel Perª de Castro. (Livro de Matrimônios do período de 1679 a 1707 da Freguesia de Machico, p 68 v).

7.3- Antonio Baião de Castro e Maria Muniz de Vasconcelos, casados aos 07 de março de 1698, na Freguesia do Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Francisco Moniz de Menezes).

Termo de casamento de Antônio Baião de Castro e Maria Moniz de Vasconcelos:


Em 7 dias de Março de 1698 me consta Recebimtº de Antº Bayam de Castro fº de Pº de Melin de Castro, e de sua m.er Izabel Serpa já defuntta com Dª Maria Munis filha de Duarte Munis e de Dona Mª de Vascºs já defºs por certdao q me veyo da Cid.e do Rdº Pe. Thesourº da S. Sé Fernao Correia da Sylva em como recebera por procurasão dos ditos e em 3 de Mayo do dito anno lhes alncey da Bencaos, sendo lhes prº corridos os Banhos nesta Fregª e na ilha do Porto Stº. Por certidao q me aprezentou o dito pasada pello Rdº Pe. Cura da dita Ilha M.el Pestana de Velloia. Testªs não vieram nomeadas, mas dis forao recebidos na Capella da Sima do Fayal cita nos arrabalde (?) de S. Lourº da mesma c.de … (?) … De q fis este termo q assigney.  O Dºr Vigrº Manoel Perª de Castro. (Livro de Matrimônios do período de 1679 a 1707, da Freguesia de Machico, p 61 v).

7.4- João de Góis de Mendonça e Vasconcelos e de Paula de Moura de Mendonça, naturais de Portugal, casados aos 30 de outubro de 1695, na Freguesia de Machico, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Mariana Furtado de Vasconcelos).


Termo de casamento de João de Góes e Mendonça e Vasconcelos e Paula de Moura de Mendonça: Casados aos 30 de novembro de 1695.


Em os 30 dias do mez de 9bro de 1695 nesta Igrª de N. Srª da Conceição da Vª de Machº eu o V.rº abaicho asignado Recebi matrimonialmte a João de Góes d´Mçª Vascºs, filho legitimo de João de Mçª e Vascºs Antº Nunes e de sua May Catherina Callaça Barradas defunctos, com Paula de Moura e Mça, filha legitima de Gªr de Moura de Mçª já defuncto, e de sua May Maria de Andr. Sendo -lhe corridos os Banhos sem have impedmtº. Testªs prestes o Captªm Pdº Drumond, e o Captªm Joao Lomelino de Mça e Vasconsellos, q comigo assignarao. Pdº Massnedo. (Livro de Matrimônios do período de 1679 a 1707, da Freguesia de Machico, p. 47v).

8- Tetravós paternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

8.1- Simão Roaz de Mendonça e a primeira esposa Felipa Vasconcelos, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Luiz de Mendonça Vasconcelos).

8.2- Cristovão Teixeira Calaça e a segunda esposa Ana do Quental, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Beatriz Calaça Quental).

8.3- Roque de Vares e Domingas Gonçalves, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Roque de Vares Pereira).

8.4- Sebastião Ribeiro e de Domingas de Souza, naturais da Ilha da Madeira, Portugal (pais de Domingas de Souza Silva).

9- Tetravós maternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

9.1- Marcos de Alegrete e Maria Calaça, casados aos 14 de junho de 1634, na Freguesia de Machico (pais de Antônio Calaça Freire).

9.2- Gaspar Pinto de Oliveira e Catarina Furtado de Mendonça, casados aos 12 de novembro de 1654, na Freguesia do Machico (pais de Mariana Furtado de Mendonça).

9.3- Manoel de Olim da Silva e Leonor de Freitas de Aguiar, casados aos 09 de fevereiro de 1654, na Freguesia de Machico (pais de José de Olim da Silva).

9.4- Paulo de Alegrete e Maria de Viveiros, casados aos 16 de fevereiro de 1656, na Freguesia de Machico (pais de Beatriz Calaça Freire).

9.5- Pedro Lomelino de Castro e Isabel de Serpa, casados aos 10 de setembro de 1663, na Freguesia de Porto Santo, Ilha da Madeira, Portugal (pais de Antônio Baião de Castro).

9.6- Duarte Moniz Barreto e Maria de Vasconcelos, casados a 07 de fevereiro de 1655 na Freguesia de Machico (pais de Maria Muniz de Vasconcelos).

9.7- João de Mendonça e Vasconcelos e Catarina Calaça Barradas, naturais da Ilha da Madeira (pais de João de Góis de Mendonça e Vasconcelos).

9.8- Gaspar de Moura de Mendonça e Maria de Andrade, casados aos 30 de maio de 1661 na Freguesia de Machico (pais de Paula de Moura Mendonça).

10- Pentavós paternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

10.1- Antônio Furtado de Mendonça e Isabel Barreto de Mendonça (pais de Simão Roaz de Mendonça).

11- Pentavós maternos de Antônio Furtado de Mendonça e Menezes:

11.1- Antônio Nicolau de Alegrete e Beatriz Fernandes (Pais de Marcos de Alegrete).

11.2- Simão Freire e Maria Calaça (pais de Maria Calaça).

11.3- Manoel Pinto de Lemos e Maria Borges de Souza (pais de Gaspar Pinto de Oliveira).
11.4- Antônio Teixeira Calaça e Maria Furtado (pais de Catarina Furtado de Mendonça).

11.5- Manoel Pereira da Silva e Maria de Olim (pais de Manoel de Olim da Silva).

11.6- Manoel Lourenço e Maria de Aguiar (pais de Leonor de Freitas de Aguiar).

11.7- Marcos de Alegrete e Maria Henriques (pais de Paulo de Alegrete).

11.8- João Gonçalves e Maria Vieira (pais de Maria de Viveiros).

11.9- Antônio Baião de Castro e Maria de Ataíde, moradores que foram na cidade de Funchal, naturais de Portugal (pais de Pedro Lomelino de Castro).

11.10- Antônio Coelho de Viveiros e Ana de Carvalho (pais de Isabel de Serpa).

11.11- Gaspar de Moura e Maria Furtado de Mendonça (pais de Gaspar de Moura de Mendonça).

11.12- Antônio Camaxo e Inês de Andrade (pais de Maria de Andrade).

11.13- Simão Teixeira de Vasconcelos e Maria das Neves (pais de Duarte Moniz Barreto).

11.14- Pedro Ferreira de Vasconcelos e Margarida de Matos, naturais de Portugal (pais de Maria de Vasconcelos).

domingo, 4 de março de 2018

Genealogia de Ruy Barbosa


Ruy Barbosa


Ruy Barbosa de Oliveira, natural de Salvador – BA, nasceu aos 5 de novembro de 1849 e faleceu aos primeiro de março de 1923, com 73 anos de idade. Jurista e político radicado no Rio de Janeiro, tornou-se conhecido pela defesa da tese brasileira da igualdade entre as nações realizada na Conferência de Paz, em Haia, em 1917. Homem de cultura e inteligência extraordinárias, foi também escritor e jornalista.

Casado no dia 23 de novembro de 1876 com Maria Augusta Viana Bandeira, nascida em Salvador-BA no dia 23 de outubro de 1855 e falecida no Rio de Janeiro-RJ no dia 27 de abril de 1948, com quem teve os seguintes filhos: Alfredo Ruy Barbosa, Maria Adélia Ruy Barbosa, Francisca Ruy Barbosa, Maria Luíza Vitória Ruy Barbosa e João Ruy Barbosa.

Teve amigos pessoais no Rio Grande do Norte, entre os quais Pedro Velho, Alberto Maranhão, Tavares de Lyra e Antônio de Souza. Os laços de amizade e confiança foram estreitados quando ocorreu uma disputa territorial entre o Ceará e o Rio Grande do Norte em 1901. Contratado pelo Senador Pedro Velho para defender os direitos do Rio Grande do Norte na chamada “Questão de Grossos”, Ruy Barbosa teve 15 dias para escrever a sua tese, valendo-se dos estudos e trabalhos publicados sobre o tema por Tavares de Lyra, Vicente de Lemos e Antônio de Souza. Em 1908, o Rio Grande do Norte venceu a questão, passando por outros votos do Supremo Tribunal Federal, sendo o último em 1920.

Ruy Barbosa virou nome de avenida em Natal e de município em 1963, numa justa lembrança ao homem que ajudou a fazer justiça e nos garantiu a posse de Grossos. Homenageio o ilustre estadista publicando a sua genealogia inédita. Os termos foram transcritos mantendo-se a ortografia original.

2- Pais de Ruy Barbosa:

João José Barbosa de Oliveira, natural de Salvador – BA, nascido aos 2 de julho de 1818 e falecido aos 28 de novembro de 1874 com 56 anos de idade, e Maria Adélia Barbosa de Almeida, natural de Salvador – BA, nascida aos 8 de agosto de 1818, primos em 2º grau.

Observação: João José Barbosa de Oliveira (Pai de Rui Barbosa) era primo legítimo de Luíza Clara Joaquina Barbosa (avó materna de Rui Barbosa), já que ambos eram netos do português Antônio Barbosa de Oliveira e de Ana Maria Barbosa.

3- Avós paternos de Ruy Barbosa:

Rodrigo Antônio Barbosa de Oliveira e Maria Soares Simas, naturais de Salvador – BA.

4- Avós maternos de Ruy Barbosa:

Caetano Vicente de Almeida e Luíza Clara Joaquina Barbosa.

5- Bisavós paternos de Ruy Barbosa:
5.1- Antônio Barbosa de Oliveira, natural da Freguesia de São Nicolau da cidade do Porto, nascido aos 04 de junho de 1728, batizado aos 10 de junho de 1728, e Ana Maria de Souza, natural da Freguesia da Sé de Salvador – BA, nascida aos 20 de abril de 1732, batizada aos 13 de maio de 1732, casados aos 27 de julho de 1750 na Freguesia da Sé de Salvador – BA (pais de Rodrigo Antônio Barbosa de Oliveira).

Termo de batismo de Antônio Barbosa de Oliveira:

Antonio, filho legitimo de Joseph Barbosa, e d esua mulher Barbara do Spirito Santo da fonte acima, nasceo aos coatro dias do mes de junho do anno de mil sete centos e vinte e oito, Baptizei-o áos des do dito mes e anno. Forao Padrinhos Goalter Gomes de Souza, e Dorothea Caethana, por procuração que fez a seu irmão João Gomes de Oliveira, e por vde fis este q asignei com as pesoas abaicho. Porto, dia mez e anno ut supra. Joseph Maria Godinho. Coadjutor João Gomes Nunes. Goalter de Horfans Soares. (Livro de Batizados (1713-1730) da Freguesia de São Nicolau, Conselho do Porto, Distrito do Porto, Portugal, p. 265v).

Termo de casamento de Antônio Barbosa de Oliveira e Ana Maria Barbosa:

Aos vinte e sete de Julho de mil setecentos, e sincoenta, de manhã, nesta Sé, feitas as denunciações na forma do Sagrado Concilio Tridentino nas Matrizes desta Cidade, aonde os Contrahentes são moradores, e ella natural, sem se descobrir impedimento, como consta das certidões dos banhos, e por hua sentença de solteiro do Contrahente do seu natural, passada pelo Muito Reverendo Doutor Juiz dos Casamentos Bernardo Germans de Almeida, o que tudo fica em meo poder, em prezença ,minha, sendo presentes por testemunhas Hyeronimo Pereira Sodré, e o Doutor Francisco Xavier Vaz Pinto, freguezes de São Pedro, e outras muitas pessoas conhecidas, se Receberao em face da Igreja solemnemente por palavras Antonio Barbosa de Oliveira, natural da Freguezia de Sam Nicolao da Cidade do Porto, filho legitimo de José Barbosa, e de Bárbara do Espírito Santo, com Anna Maria Barbosa, natural desta Sé, filha de Luís de Sousa, já defunto, e de Maria da Silva Barbosa, os contrahentes meus freguezes, e logo lhes dei as bençãos na forma do Rito e Cerimonias da Igreja, de que tudo fiz este assento, que por verdade assigney. O Cura Jorge Ferreira de Souza.

6- Bisavós maternos de Ruy Barbosa:

6.1- Caetano Vicente de Almeida e Joana Tereza de Jesus (pais de Caetano Vicente de Almeida).

6.2- Antônio Barbosa de Oliveira Filho, natural da Freguesia da Sé de Salvador – BA, batizado aos 31 de março de 1759, e Inácia Joaquina Soares de Oliveira Serpa, nascida aos 24 de maio de 1769, batizada aos 26 de julho de 1769, casados aos 15 de agosto de 1785 na Freguesia de Santana do Sacramento de Salvador – BA (pais de Luíza Clara Joaquina Barbosa).

Observação: O avô paterno (Rodrigo Antônio Barbosa de Oliveira) de Rui Barbosa de Oliveira era irmão do bisavô materno (Antônio Barbosa de Oliveira Filho) de Rui Barbosa de Oliveira.

7- Trisavós paternos de Ruy Barbosa:

7.1- José Barbosa Rios, natural da Freguesia de São Martinho de Sardoura, Conselho de Castelo de Paiva, Distrito de Aveiro, Portugal, batizado aos 28 de julho de 1699, e Bárbara do Espírito Santo, natural da Freguesia da Campanhã, Conselho do Porto, Distrito do Porto, nascida aos 04 de dezembro de 1695, batizada aos 08 de dezembro de 1695, casados aos 26 de abril de 1727 na Freguesia de São Nicolau, Conselho do Porto, Distrito do Porto, Portugal (pais de Antônio Barbosa de Oliveira).

Termo de batismo de José Barbosa Rios:

Aos vinte e oito dias do mez de Julho do Anno de mil seis sentos e novtª e nove annos, baptizei e pus os Santos Oleos a JOZEPH, fº de Izabel, solteira, moradora no lugar de Piquotas, e deo por Pay a Manoel Vellozo de S. Martinho: Forao P.D Bartholomeu Frs, o Novo, e Antonia em Piquotas, todos desta Fregª de Sam Martinho de Sardoira; fiz este assento na era ut supra. O Pe. Francisco Ribeyro. (Livro de Batizados (1683-1720) da Freguesia de São Martinho de Sardoura, Conselho de Castelo de Paiva, Distrito de Aveiro, Portugal, p. 26).

Termo de batismo de Bárbara do Espírito Santo:

BARBARA, filha de Estevam de Olivrª e de sua m.er Marinha Godinha, da Aldea da Noeda, naceo aos 4 de dezembro baptizou o Rdº Pe. Francº Frs Reitor poncionario de minha comissam. Foram padrinhos Bras de Almeida Ptº soltrº filho de Antº de Almdª Ptº do Padram de Velmont, e D. Izabel Mª Prestello Brandam desta frgª. Assistiram testªs Luis Ferreira de Macedo, e Pº soltrº de Godin, hoje 8 de dezbrº de 1695. O Rector Domingos Frs. Luís Ferrª Pº soltrº. (Livro de Batizados (1673-1712) da Freguesia de Campanhã, Conselho do Distrito do Porto, Portugal, p. 96).

Termo de casamento de José Barbosa Rios e Bárbara do Espírito Santo:

Aos vinte e seis dias do Mes de Abril do anno de mil sete centos vinte sete nesta Parochial Igreja de S. Nicolao desta Cidade do Porto pelas sinco horas da tarde contrahirão o sacramento do Matrimonio por palavras de prezente em minha prezença e das testemunhas abaixo com banhos correntes corridos onde hirão obrigados, e tudo na forma do Sagrado Concilio Tridentino, e Constituição deste Bispado, e sem impedimento algum, e juntamente apresentarao húa sentença de sua santidade, e breve de dispensassão no parentesco q entre os contrahentes abaixo havia de segundo grau de affinidade e forao julgadas as premissas diante do Ordinario de Braga e cumprida a dita Sentença pelo Muito Reverendissimo Senhor Governador deste Bispado do Porto de que foi Escrivão em Braga Manoel da Silva Teixeira, Notario Apostólico que serve de escrivão do Appostolico, e assignado pelo Muito Reverendo Agostinho Marques do Couto Provisor e Juiz Appostolico em que o julgou dispensados para poderem casar cuja sentença entreguei a contrahente e se assignou Jozé Barbosa Rios, filho de Manoel Veloso e de Isabel Barboza, solteira já defunta da Freguezia de São Martinho da Sardoura Bispado de Lamego com Bárbara do Espírito Santo, filha legitima de Estevão de Oliveira e de Maria Godinha da Freguesia de Campanhã deste Bispado, e viuva q ficou de Antonio Barboza Rios filho legitimo de Manoel Barbosa, já defunto, e de Clara Barbosa, da Freguesia de Santa Clara do Torrão deste Bispado, e o dito contrahenteassima era primo direito do primeiro marido da dita contrahente ficando parentes no segundo grau de affinidade e consanguinidade, e eu lhes assisti ao recebimento e os ditos contrahentes moradores na Fonte de Ouviera desta freguezia de São Nicolau, e fis este termo que assignei com os contrahentes e as testemunhas abaixo. Porto, dia Mez e anno ut supra. Jozé Maria Godinho. Coadjutor. Jozé Barbosa Rios, A rogo da Sobredita Policarpo da Costa Braga Como ttªs Goalter de Horfans Soares. Antonio Frs da Silva. Domingos Frrª. (Livro de Casamentos (1724-1743) da Freguesia de São Nicolau, Conselho do Porto, Distrito do Porto, Portugal, p. 33 e 33v).

7.2- Luiz de Souza e Vasconcelos, natural da Freguesia de Santo Antônio do Além Carmo da Bahia, batizado aos 09 de junho de 1708, e Maria da Silva Barbosa, natural da Freguesia de Santa Sé da Bahia, batizada aos 04 de novembro de 1705, casados aos 19 de janeiro de 1728 na Igreja de Santa Misericórdia de Salvador – BA (pais de Ana Maria de Souza).

8- Trisavós maternos de Ruy Barbosa:

8.1- João Vicente de Almeida e Francisca de Siqueira (pais de Caetano Vicente de Almeida).

8.2- Tomé de Abreu e Maria Quaresma Antunes (Pais de Joana Tereza de Jesus).

8.3- Antônio Barbosa de Oliveira, natural da Freguesia de São Nicolau da cidade do Porto, e Ana Maria de Souza, natural da Freguesia da Sé de Salvador – BA (pais de Rodrigo Antônio Barbosa de Oliveira Filho).

8.4- João Soares Nogueira, Capitão de Infantaria do Primeiro Regimento, natural da Freguesia de São Pedro Velho, batizado aos 04 de dezembro de 1731, e Joana Teodora de Oliveira Serpa, natural da cidade da Bahia, batizada aos 25 de julho de 1750, casados aos 25 de agosto de 1767 na Matriz de Santo Antônio de Além do Carmo (pais de Inácia Joaquina Soares de Oliveira Serpa).

9- Tetravós paternos de Ruy Barbosa:

9.1- Manoel Veloso e Isabel Barbosa, solteira, batizada aos 04 de agosto de 1672, naturais de Aveiro, Portugal (pais de José Barbosa Rios).

Termo de batismo de Isabel Barbosa:

Aos coatro de agosto de 1672 Baptizei eu o Pe. Antonio de Oliva a Isabel, fª de M.el Frs Pedreiro e de sua m.er Mª Barboza. Forao PadrinhosAntonio Mendes de S. Martº e Izabel, fª de Mª Duarte de Picotas era ut supra. O Pe. Antº de Oliva. (Livro de Batizados (1624-1698) da Freguesia de São Martinho de Sardoura, Conselho de Castelo de Paiva, Distrito de Aveiro, Portugal, p. 38).

9.2- Estevão de Oliveira, natural do lugar da Oliveira, Freguesia de Santo Adriam do Sul, Distrito de Viseu, Portugal, e Marinha Godinha, natural da Freguesia da Campanhã, Conselho do Porto, Distrito do Porto, Portugal, casados aos 05 de junho de 1689 na Freguesia de Campanhã (pais de Bárbara do Espírito Santo).

Termo de casamento de Estevão de Oliveira e Marinnha Godinha:

Estevão de Oliveira, filho de Diogo de Oliveira e de Maria de Figueiredo, não cazados, moradores que foram na Fregª de Sancto Adrian do sul do lugar de Olivrª do Bispado de Viseu, com Marinha Godinha, filha de Domingos Pereira da Cruz, da Cidade de Lamego, e de Maria Godinha, moradora na Fregª de Sancta Maria da Campanhã na Aldea da Noeda, não cazados deste Bispado do Porto, feitas todas as diligencias de parte a parte sm impedimtº se receberam em minha prezença e das testemunhas André Mis da Noeda e Martinho Gomes, e Dºs Martins, André Ribrº e Dºs Glz, todos de Noeda hoje 5 de junho de 1689. O Reytor Domingos Frs. (Livro de Casamentos (1675-1722) da Freguesia da Campanhã, Conselho do Porto, Distrito do Porto, Portugal, p.235 e 235 v).

9.3- Antônio Jorge, natural da Freguesia de Lordelo do Ouro, Conselho do Porto, Distrito do Porto, e Maria da Costa, natural do Estado da Bahia (pais de Luiz de Souza e Vasconcelos).

9.4- José da Costa Barbosa, natural da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação do Passe de Candeias – BA, e Paula de Faria da Silva, natural da Freguesia de São Salvador de Moreira, Conselho da Maia, Distrito do Porto (pais de Maria da Silva Barbosa).

10- Tetravós maternos de Ruy Barbosa:

10.1- José Barbosa Rios e Bárbara do Espírito Santo, naturais de Portugal (pais de Antônio Barbosa de Oliveira).

10.2- Luiz de Souza e Vasconcelos e Maria da Silva Barbosa (pais de Ana Maria de Souza).

10.3- Cristovão Soares Nogueira, natural da Freguesia de Santa Maria Madalena de Seixo, Conselho de Sernancelhe, Distrito de Viseu, batizado aos 22 de agosto de 1699, e Antônia Isidora Rodrigues, natural da Freguesia de São Pedro Velho da cidade da Bahia, batizada aos 16 de setembro de 1709 (pais de João Soares Nogueira).

10.4- Luiz de Souza Guimarães, que era natural da Freguesia de Nossa Senhora da Oliveira, Distrito de Guimarães, Portugal, e Tereza Maria de Freitas, natural da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Praia de Salvador – BA, casados aos 14 de novembro de 1741 no Oratório de Recolhimento da Santa Casa de Misericórdia de Salvador – BA (pais de Joana Teodora de Oliveira Serpa).

11- Pentavós paternos de Ruy Barbosa:

11.1- Manoel Fernandes e Maria Barbosa, casados aos 28 de agosto de 1663 na Freguesia de São Martinho de Sardoura, Conselho de Castelo de Paiva, Distrito de Aveiro, Portugal (pais de Isabel Barbosa).
Termo de casamento de Manoel Fernandes e Maria Barbosa:

Em os vinte e outo dias do mes de Agosto de 663 annos se receberam em minha prezença M.el Frs filho de Melchior Frs e de sua molher Catrina João, da frgª de Moreira, Bispado do Porto, com Maria Barboza, filha de M.el Barbosa e de Isabel Prª da frgª de S. Martinho, Bispado de Lamego, estando presentes tres tªs e mais prezentes estavao por pessoas na verdade fis este Asento na verdade oje dia mes era ut supra. O Pe. Cura Balthasar Velho. (Livro de Casamentos (1624-1698) da Freguesia de São Martinho de Sardoura, Conselho de Castelo de Paiva, Distrito de Aveiro, Portugal, p. 53v).

11.2- Diogo de Oliveira e Maria de Figueiredo, solteiros, naturais de Portugal (pais de Estevão de Oliveira).

11.3- Domingos Pereira da Cruz, natural de Lamego, Distrito de Viseu, Portugal, e Maria Godinho, natural da Freguesia da Campanhã, Conselho do Porto, Distrito do Porto, solteiros (pais de Marinha Godinho).

11.4- Agostinho Jorge e Margarida Antônia, naturais de Portugal (pais de Antônio Jorge).

11.5- Pedro de Molim (pai de Maria da Costa).

12- Pentavós maternos de Ruy Barbosa:

12.1- Manoel Veloso e Isabel Barbosa, solteira, naturais de Aveiro, Portugal (pais de José Barbosa Rios).

12.2- Estevão de Oliveira e Marinha Godinha, naturais de Portugal (pais de Bárbara do Espírito Santo).

12.3- João Soares e Luíza Gomes, naturais de Portugal (pais de Cristovão Soares Nogueira).

12.4- Sargento Mor Francisco Rodrigues e Maria do Ó Correia e Azevedo (pais de Antônia Isadora Rodrigues).

12.5- Mateus Fernandes e Margarida Machado, naturais de Guimarães, Portugal (pais de Luiz de Souza Guimarães).

12.6- Luiz Carneiro de Freitas e Caetana Maria de Oliveira (pais de Tereza Maria de Freitas).

13- Hexavós paternos de Ruy Barbosa:

13.1- Melchior Fernandes e Catarina João, casados aos 23 de janeiro de 1633 na Freguesia de Moreira, Conselho da Maia, Distrito do Porto, Portugal (pais de Manoel Fernandes).

Termo de casamento de Melchior Fernandes e Catarina João:

Em os vinte e tres dias de janeiro de 1633 se receberao em presença do Pe. Frcº da Costa nesta Igreja de Salvador de Mrª na forma do Sagrado Concilio Trid. Melchior Frs, fº de M.el Dias e de Phelipa Frs já defunta da Frgª de São Martinho de Avis com Caterina João, fª de João Frcº e de Mª João da aldea da Carvalhida, tªs Eu Dºs da Silva Cura nesta Igreja, e Pallos Frs Agostinho fº de João Mrª, Paulo fº de Pallos Frs e outras mtªs dia mes e anno ut supra. Dºs da Silva. (Livro de Casamentos (1608-1653) da Freguesia de Moreira, Conselho da Maia, Distrito do Porto, Portugal, p. 171v).

13.2- Manoel Barbosa e Isabel Pereira (pais de Maria Barbosa).

14- Heptavós paternos de Ruy Barbosa:

14.1- Manoel Dias e Felipa Fernandes (pais de Melchior Fernandes).

14.2- João Francisco e Maria João (pais de Catarina João).